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Peshitta (NT) -
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|Gálatas 4:7|
ܡܟܝܠ ܠܐ ܗܘܝܬܘܢ ܥܒܕܐ ܐܠܐ ܒܢܝܐ ܘܐܢ ܒܢܝܐ ܐܦ ܝܪܬܐ ܕܐܠܗܐ ܒܝܕ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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8
|Gálatas 4:8|
ܗܝܕܝܢ ܓܝܪ ܟܕ ܠܐ ܝܕܥܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܦܠܚܬܘܢ ܠܗܢܘܢ ܕܡܢ ܟܝܢܗܘܢ ܠܐ ܗܘܘ ܐܠܗܐ ܀
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|Gálatas 4:9|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܕܝܕܥܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܘܝܬܝܪܐܝܬ ܕܐܬܝܕܥܬܘܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܬܘܒ ܗܦܟܬܘܢ ܠܟܘܢ ܥܠ ܗܢܘܢ ܐܤܛܘܟܤܐ ܡܪܥܐ ܘܡܤܟܢܐ ܘܡܢ ܕܪܝܫ ܨܒܝܬܘܢ ܠܡܫܬܥܒܕܘ ܠܗܘܢ ܀
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10
|Gálatas 4:10|
ܝܘܡܐ ܘܝܪܚܐ ܘܙܒܢܐ ܘܫܢܝܐ ܢܛܪܝܬܘܢ ܀
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11
|Gálatas 4:11|
ܕܚܠ ܐܢܐ ܕܠܡܐ ܤܪܝܩܐܝܬ ܠܐܝܬ ܒܟܘܢ ܀
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12
|Gálatas 4:12|
ܗܘܘ ܐܟܘܬܝ ܡܛܠ ܕܐܦ ܐܢܐ ܐܟܘܬܟܘܢ ܗܘܝܬ ܐܚܝ ܒܥܐ ܐܢܐ ܡܢܟܘܢ ܠܐ ܡܕܡ ܐܤܟܠܬܘܢ ܒܝ ܀
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13
|Gálatas 4:13|
ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܓܝܪ ܕܒܟܪܝܗܘܬ ܒܤܪܝ ܤܒܪܬܟܘܢ ܗܘܝܬ ܡܢ ܩܕܝܡ ܀
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14
|Gálatas 4:14|
ܘܢܤܝܘܢܐ ܕܒܤܪܝ ܠܐ ܫܛܬܘܢ ܘܠܐ ܢܕܬܘܢ ܐܠܐ ܐܝܟ ܕܠܡܠܐܟܐ ܕܐܠܗܐ ܩܒܠܬܘܢܢܝ ܘܐܝܟ ܕܠܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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15
|Gálatas 4:15|
ܐܝܟܘ ܗܟܝܠ ܛܘܒܟܘܢ ܤܗܕ ܐܢܐ ܓܝܪ ܥܠܝܟܘܢ ܕܐܠܘ ܡܫܟܚܐ ܗܘܬ ܥܝܢܝܟܘܢ ܚܨܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܘܝܗܒܝܢ ܠܝ ܀
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16
|Gálatas 4:16|
ܕܠܡܐ ܒܥܠܕܒܒܐ ܗܘܝܬ ܠܟܘܢ ܕܐܟܪܙܬ ܠܟܘܢ ܫܪܪܐ ܀
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Sugestões

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25 de janeiro LAB 391
DESLEGALIZADOS - 2
Êxodo 24-27
Ontem, diante de tantas leis que encontramos na leitura do dia, começamos a refletir sobre o que o mundo seria se não houvesse leis. Como a leitura bíblica continua cheia de regras, vamos continuar com o assunto. A autoria é de Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”.
Há outro problema com relação a essa idéia de liberdade em que as pessoas devem servir de leis para si mesmas. Muitos, senão a maioria, não sabem definir o que querem. E assim, ninguém define o que é, de fato, “politicamente correto”. Disso, torna-se injustificável dizer que a voz do povo é a voz de Deus.
Quando os homens vivem indiferentes à lei divina, são entregues às suas próprias tendências. Crendo que são inteligentes, acabam fazendo tolices. Observe como Romanos 1:18-27 descreve muito bem o que comumente se vê por aí. Há aqueles que, de forma redutiva do pensamento, ainda questionam “Deus nos criou assim para adorá-Lo. Se O adorarmos, teremos a vida; senão, seremos condenados. Ele nos deu a liberdade para escolhermos. Que liberdade é essa onde só existem duas opções?” Essas pessoas questionam dessa forma porque não refletiram antes de fazer sua pergunta sobre: “Qual o problema com essa opção de Deus, se nela está a perfeição?”, ou ainda, “Eu teria uma terceira opção melhor?” E é aí que esbarra a tentativa do debate que a pobre e limitada criatura quer ter com o Criador (João 6:68).
Talvez você argumente que não se sente contrário às leis. Só quer que elas sejam coerentes. E as normas de Deus são coerentes. O problema é que essa aversão às leis (em especial, à lei de Deus) não é característica somente de alguns indivíduos. Todos nós temos em grau maior ou menor uma resistência em cumprir ordens, mesmo que elas sejam boas aos nossos olhos (Romanos 3:9-12). O apóstolo Paulo se irritou certa vez consigo mesmo ao perceber que não conseguia seguir à risca aquilo que sabia ser certo (Romanos 7:19 e 24). Como se vê, boa vontade e admissão do dever não são tudo. Precisamos da ajuda de Cristo tanto para enxergar a coerência dos mandamentos de Deus quanto para cumpri-los a despeito de nossa fraqueza. Ao enfrentar, portanto, as dificuldades desta vida, que você utilize “toda” a sua força: que peça a Deus para lhe ajudar. O Céu atenderá prontamente os seus pedidos de socorro. É só tentar.
Resumindo, muitas pessoas acreditam que as leis são o oposto da liberdade. Porém, a verdade é o contrário disso: são as leis, quando boas, que sempre garantiram a liberdade humana através dos tempos. Obedeça as leis divinas!
Valdeci Júnior
Fátima Silva