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Peshitta (NT) -
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11
|Hebreus 10:11|
ܟܠ ܪܒ ܟܘܡܪܐ ܓܝܪ ܕܩܐܡ ܗܘܐ ܘܡܫܡܫ ܟܠܝܘܡ ܗܢܘܢ ܒܗܢܘܢ ܕܒܚܐ ܡܩܪܒ ܗܘܐ ܐܝܠܝܢ ܕܡܢ ܡܬܘܡ ܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܗܘܘ ܠܡܕܟܝܘ ܚܛܗܐ ܀
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12
|Hebreus 10:12|
ܗܢܐ ܕܝܢ ܚܕ ܕܒܚܐ ܩܪܒ ܚܠܦ ܚܛܗܐ ܘܝܬܒ ܥܠ ܝܡܝܢܐ ܕܐܠܗܐ ܠܥܠܡ ܀
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13
|Hebreus 10:13|
ܘܡܩܘܐ ܡܟܝܠ ܥܕܡܐ ܕܢܬܬܤܝܡܘܢ ܒܥܠܕܒܒܘܗܝ ܟܘܒܫܐ ܬܚܝܬ ܪܓܠܘܗܝ ܀
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14
|Hebreus 10:14|
ܒܚܕ ܓܝܪ ܩܘܪܒܢܐ ܓܡܪ ܠܐܝܠܝܢ ܕܡܬܩܕܫܝܢ ܒܗ ܠܥܠܡ ܀
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15
|Hebreus 10:15|
ܤܗܕܐ ܠܢ ܕܝܢ ܐܦ ܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܕܐܡܪܬ ܀
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16
|Hebreus 10:16|
ܗܕܐ ܗܝ ܕܝܬܩܐ ܕܐܬܠ ܠܗܘܢ ܡܢ ܒܬܪ ܝܘܡܬܐ ܗܢܘܢ ܐܡܪ ܡܪܝܐ ܐܬܠܝܘܗܝ ܠܢܡܘܤܝ ܒܡܕܥܝܗܘܢ ܘܥܠ ܠܒܘܬܗܘܢ ܐܟܬܒܝܘܗܝ ܀
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17
|Hebreus 10:17|
ܘܥܘܠܗܘܢ ܘܚܛܗܝܗܘܢ ܠܐ ܐܬܕܟܪ ܠܗܘܢ ܀
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18
|Hebreus 10:18|
ܐܝܟܐ ܕܝܢ ܕܐܝܬ ܫܘܒܩܢܐ ܕܚܛܗܐ ܠܐ ܡܬܒܥܐ ܩܘܪܒܢܐ ܕܚܠܦ ܚܛܗܐ ܀
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19
|Hebreus 10:19|
ܐܝܬ ܠܢ ܗܟܝܠ ܐܚܝ ܓܠܝܘܬ ܐܦܐ ܒܡܥܠܢܐ ܕܒܝܬ ܩܘܕܫܐ ܒܕܡܗ ܕܝܫܘܥ ܀
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20
|Hebreus 10:20|
ܘܐܘܪܚܐ ܕܚܝܐ ܕܚܕܬ ܠܢ ܗܫܐ ܒܐܦܝ ܬܪܥܐ ܕܐܝܬܘܗܝ ܒܤܪܗ ܀
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva