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Peshitta (NT) -
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|Tito 3:1|
ܘܗܘܝܬ ܡܥܗܕ ܠܗܘܢ ܕܠܪܫܐ ܘܠܫܠܝܛܢܐ ܢܫܬܡܥܘܢ ܘܢܫܬܥܒܕܘܢ ܘܕܢܗܘܘܢ ܥܬܝܕܝܢ ܠܟܠ ܥܒܕ ܛܒ ܀
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2
|Tito 3:2|
ܘܥܠ ܐܢܫ ܠܐ ܢܓܕܦܘܢ ܘܠܐ ܢܗܘܘܢ ܡܬܟܬܫܝܢ ܐܠܐ ܢܗܘܘܢ ܡܟܝܟܝܢ ܘܒܟܠܡܕܡ ܢܚܘܘܢ ܒܤܝܡܘܬܗܘܢ ܠܘܬ ܟܠܗܘܢ ܒܢܝܢܫܐ ܀
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3
|Tito 3:3|
ܐܦ ܚܢܢ ܓܝܪ ܡܢ ܩܕܝܡ ܕܠܐ ܪܥܝܢܐ ܗܘܝܢ ܘܕܠܐ ܦܝܤܐ ܘܛܥܝܢ ܗܘܝܢ ܘܡܫܥܒܕܝܢ ܗܘܝܢ ܠܐܪܓܝܓܬܐ ܡܫܚܠܦܬܐ ܘܒܒܝܫܘܬܐ ܘܒܚܤܡܐ ܡܬܗܦܟܝܢ ܗܘܝܢ ܘܤܢܝܐܝܝܢ ܗܘܝܢ ܐܦ ܚܕ ܠܚܕ ܤܢܝܢ ܗܘܝܢ ܀
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4
|Tito 3:4|
ܟܕ ܕܝܢ ܐܬܓܠܝܬ ܒܤܝܡܘܬܗ ܘܡܪܚܡܢܘܬܗ ܕܐܠܗܐ ܡܚܝܢܢ ܀
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5
|Tito 3:5|
ܠܐ ܒܥܒܕܐ ܕܙܕܝܩܘܬܐ ܕܥܒܕܢ ܐܠܐ ܒܪܚܡܘܗܝ ܕܝܠܗ ܐܚܝܢ ܒܤܚܬܐ ܕܡܘܠܕܐ ܕܡܢ ܕܪܝܫ ܘܒܚܘܕܬܐ ܕܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܀
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6
|Tito 3:6|
ܗܝ ܕܐܫܕ ܥܠܝܢ ܥܬܝܪܐܝܬ ܒܝܕ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܡܚܝܢܢ ܀
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7
|Tito 3:7|
ܕܒܛܝܒܘܬܗ ܢܙܕܕܩ ܘܢܗܘܐ ܝܪܬܐ ܒܤܒܪܐ ܒܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܀
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8
|Tito 3:8|
ܡܗܝܡܢܐ ܗܝ ܡܠܬܐ ܘܒܗܠܝܢ ܨܒܐ ܐܢܐ ܕܐܦ ܐܢܬ ܗܘܝܬ ܡܫܪܪ ܠܗܘܢ ܕܢܬܒܛܠ ܠܗܘܢ ܠܡܦܠܚ ܥܒܕܐ ܛܒܐ ܐܝܠܝܢ ܕܗܝܡܢܘ ܒܐܠܗܐ ܗܠܝܢ ܐܢܝܢ ܛܒܢ ܘܡܘܬܪܢ ܠܒܢܝܢܫܐ ܀
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|Tito 3:9|
ܡܢ ܒܥܬܐ ܕܝܢ ܤܟܠܬܐ ܘܡܢ ܬܫܥܝܬܐ ܕܫܪܒܬܐ ܘܡܢ ܚܪܝܢܐ ܘܡܢ ܬܟܬܘܫܐ ܕܤܦܪܐ ܐܫܬܐܠ ܝܘܬܪܢ ܓܝܪ ܠܝܬ ܒܗܝܢ ܘܤܪܝܩܢ ܐܢܝܢ ܀
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10
|Tito 3:10|
ܡܢ ܓܒܪܐ ܗܪܤܝܘܛܐ ܡܢ ܒܬܪ ܚܕܐ ܙܒܢ ܘܬܪܬܝܢ ܕܡܪܬܐ ܐܢܬ ܠܗ ܐܫܬܐܠ ܀
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Sugestões

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25 de fevereiro LAB 422
ESQUEMA DO “PLANTA-COLHE”
Deuteronômio 01-03
Você já ouviu o ditado: “Quem planta, colhe?” Nem sempre, mas, muitas vezes, ele é verdadeiro. Quem planta, colhe... Colhe o quê? Aí é onde podemos criar outro ditado mais ou menos assim: se colhe o que se planta. Já pensou se você pegasse sementes de jabuticaba e as plantasse, mas não tivesse a garantia de que nasceria jabuticaba? Poderia, talvez, nascer melancia, maracujá, erva cidreira... Já pensou nisso?
O indivíduo plantaria uma roça inteira e não saberia se daria certo ou não. O mundo seria uma confusão tão grande, que seria um caos. Mas a verdade é que quem planta arroz, colhe arroz; quem planta milho, colhe milho; se plantar mandioca, colherá mandioca, se plantar beterraba, colherá beterraba; se plantar macarrão, colherá macarrão.... Opa! Pera aí! Aí não, né? Plantar macarrão, colherá macarrão? É aí onde não se aplica o ditado “quem planta, colhe”, porque nem tudo que se plantar pode nascer.
Esse esquema de plantar e colher pode muito bem ser visto na leitura bíblica de hoje. Nesses três capítulos que devemos ler, vemos “colheitadas” vindas de “plantadas”. Mas não se trata de vegetais. É o plantar e colher de ações humanas.
Em Deuteronômio 1, o povo estava indo em direção à Terra que Deus tinha prometido a eles. Receber a posse dessa terra era a bênção decorrente de eles terem seguido as orientações de Deus. Mas, infelizmente, ainda no mesmo capítulo, vemos o povo esquecendo da colheita que eles tinham pela frente e fizeram uma rebelião. Que papelão! Então, a partir do verso 34, tem aí o castigo que os israelitas começam a receber. Não é que Deus é um pai carrasco, que fica com a varinha na mão, esperando Seus filhos errarem para, então, Ele castigar. Não! Mas Deus lida com as consequências. Ele deixa que as consequências aconteçam para percebermos o esquema do “planta-colhe”.
Dê uma olhada em Deuteronômio 2. Desse capítulo, e estudando toda a história da jornada dos israelitas no deserto, aprendemos que a distância entre o Egito e Canaã não era tão longe. Eles gastariam apenas algumas semanas de viagem. Mas devido à teimosia deles, ficaram vagueando no deserto por 40 anos. É o esquema do “planta-colhe”.
Todavia, Deus é tão misericordioso que, muitas vezes, Ele entra na história e fura esse esquema. Ainda no capítulo 2 e início do 3, o Senhor deixa que o povo saia como vencedor. Logo adiante, vemos que a misericórdia de Deus não é injusta. Ele não tem esquemas para favorecer ninguém injustamente. Moisés também não escapou do esquema do “planta-colhe”.
E você? O que tem plantado no seu dia-a-dia? Reflita nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva