-
-
João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
-
15
|Esdras 10:15|
No entanto, Jônatas, filho de Asael, e Jazeías, filho de Ticvá, se opuseram a esta coisa; e Mesulão e Sabetai, levita, os apoiaram.
-
16
|Esdras 10:16|
Assim o fizeram os que voltaram do exílio; então, Esdras, o sacerdote, elegeu nominalmente os homens cabeças de famílias, segundo a casa de seus pais, que se assentaram no dia primeiro do décimo mês, para inquirir nesta coisa;
-
17
|Esdras 10:17|
e o concluíram no dia primeiro do primeiro mês, a respeito de todos os homens que casaram com mulheres estrangeiras.
-
18
|Esdras 10:18|
Acharam-se dentre os filhos dos sacerdotes estes, que casaram com mulheres estrangeiras: dos filhos de Jesua, filho de Jozadaque, e de seus irmãos: Maaséias, Eliézer, Jaribe e Gedalias.
-
19
|Esdras 10:19|
Com um aperto de mão, prometeram despedir suas mulheres e, por serem culpados, ofereceram um carneiro do rebanho pela sua culpa.
-
20
|Esdras 10:20|
Dos filhos de Imer: Hanani e Zebadias.
-
21
|Esdras 10:21|
Dos filhos de Harim: Maaséias, Elias, Semaías, Jeiel e Uzias.
-
22
|Esdras 10:22|
Dos filhos de Pasur: Elioenai, Maaséias, Ismael, Natanael, Jozabade e Elasa.
-
23
|Esdras 10:23|
Dos levitas: Jozabade e Simei, Quelaías (este é Quelita), Petaías, Judá e Eliézer.
-
24
|Esdras 10:24|
Dos cantores: Eliasibe; dos porteiros: Salum, Telém e Uri.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva