-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- A parábola do juiz iníquo
-
1
|Lucas 18:1|
Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer:
-
2
|Lucas 18:2|
Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum.
-
3
|Lucas 18:3|
Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário.
-
4
|Lucas 18:4|
Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum;
-
5
|Lucas 18:5|
todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me.
-
6
|Lucas 18:6|
Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo.
-
7
|Lucas 18:7|
Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?
-
8
|Lucas 18:8|
Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?
- A parábola do fariseu e o publicano
-
9
|Lucas 18:9|
Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:
-
10
|Lucas 18:10|
Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 8-10
30 de agosto LAB 608
VELHO SISTEMA
Ezequiel 08-10
O texto bíblico proposto para hoje me fez pensar no perigo que ainda cerca, da idolatria. Talvez você não o perceba apenas porque ele tenha trocado de roupas, mas ele está aí. Isso me fez lembrar de um ótimo artigo – “Novos Ídolos, Velho Sistema” – do Felipe Lemos, que li há um tempo atrás, e que quero compartilhar aqui com você, de forma resumida.
Na opinião desse jornalista, a sociedade que busca referências de todos os tipos, nem que seja para justificar seu modo de ser, não consegue viver sem que alguns indivíduos funcionem como parâmetros para seus comportamentos. Nem que esses parâmetros não sejam os melhores no que diz respeito à qualidade de vida, fortalecimento dos laços familiares ou espiritualidade.
E esse blogueiro então nos faz lembrar da morte de Michael Jackson, que levou alguns a uma rápida reflexão sobre a brevidade da vida. Mas depois de pouco tempo essas mesmas pessoas não se lembrarão mais dos fatos que circundaram a morte de Jackson. Nem se preocuparão mais com a necessidade de repensar seus valores e princípios pessoais. E muitos irão atrás de novos ídolos, novas pessoas nas quais irão fundamentar seus sonhos, desejos, aspirações, enfim, novos ícones para os quais devotarão boa parte de seu tempo, recursos e capacidade intelectual. O velho sistema retornará na vida de tantos que poderiam ter uma nova perspectiva. Como eu lhe disse, o que muda é apenas a roupagem.
Concordamos que na Bíblia há um complemento à lamentação de Ezequiel pela idolatria: não ameis o mundo, nem o que há no mundo; o mundo passa, junto com a sua libertinagem, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Quem escreveu este suplemento foi João, o apóstolo, apresentando-nos a grande contradição. Pois a sociedade parece entender que a morte de “ídolos” afeta apenas um pouco, mas que as repercussões vão passar e todos poderão continuar vivendo despretensiosamente da mesma forma sem se preocupar com o amanhã, com valores, com regras, com normas, com princípios, porque vão surgir outros nomes para ocupar espaço em seu lugar e o velho sistema de amor aos ícones continuará. Por outro lado, a Bíblia ensina que todas essas coisas vão passar. Como passou em relação a Michael Jackson. Os que permanecem são aqueles que fazem a vontade de Deus.
Apegar-se ao Senhor é uma real garantia. Não é algo passageiro, transitório, efêmero. Claro que a morte chegará a muitos que lêem esse texto, mas a maneira como estiver nosso amor é que vai fazer a diferença. A quem amamos? O mundo ou Deus? Uma indagação com dupla possibilidade de resposta.
Fonte: www.felipelemos.blogspot.com – adaptado.
Valdeci Júnior
Fátima Silva