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      19 de agosto LAB 597

      DECLARAÇÕES DE AMOR
      Jeremias 30-32

      Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
      Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
      - Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
      Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
      - Que é?
      Então ele respondeu:
      - Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
      E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
      O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
      - Mas o que você disse?
      E Topânio respondeu:
      - Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
      O compadre respirou fundo e falou:
      - Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
      - Ah, entendi...
      E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
      - Que é?
      - E o Topânio respondeu:
      - Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
      E você já pode imaginar o resto da história.
      Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
      Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
      Quer mais? Na leitura de hoje.

      Valdeci Júnior
      Fátima Silva



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      •   João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada

      • Capítulo 18
      • A parábola do juiz iníquo
      • 1     |Lucas 18:1| Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer:
                   
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      • 2     |Lucas 18:2| Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum.
                   
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      • 3     |Lucas 18:3| Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário.
                   
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      • 4     |Lucas 18:4| Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum;
                   
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      • 5     |Lucas 18:5| todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me.
                   
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      • 6     |Lucas 18:6| Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo.
                   
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      • 7     |Lucas 18:7| Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?
                   
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      • 8     |Lucas 18:8| Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?
                   
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      • A parábola do fariseu e o publicano
      • 9     |Lucas 18:9| Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:
                   
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      • 10     |Lucas 18:10| Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano.
                   
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