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Vietnamese (1934) -
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1
|1 Pedro 4:1|
Vậy, vì Ðấng Christ đã chịu khổ trong xác thịt, thì anh em cũng phải lấy sự đó làm giáp trụ, vì người nào đã chịu khổ trong xác thịt, thì đã dứt khỏi tội lỗi,
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2
|1 Pedro 4:2|
hầu cho còn sống trong xác thịt bao lâu thì chớ lại theo những sự người ta ưa thích, một phải theo ý muốn Ðức Chúa Trời.
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3
|1 Pedro 4:3|
Ngày trước cũng đã đủ làm theo ý muốn người ngoại đạo rồi, mà ăn ở theo tà tịch, tư dục, say rượu, ăn uống quá độ, chơi bời, và thờ hình tượng đáng gớm ghiếc.
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4
|1 Pedro 4:4|
Họ thấy anh em chẳng cùng họ theo sự dâm dật bậy bạ ấy, thì họ lấy làm lạ và gièm chê.
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5
|1 Pedro 4:5|
Nhưng họ sẽ khai trình với Ðấng đã sẵn sàng xét đoán kẻ sống và kẻ chết.
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6
|1 Pedro 4:6|
Vì ấy bởi điều đó mà Tin Lành cũng đã giảng ra cho kẻ chết, hầu cho sau khi chịu xét đoán theo loài người về phần xác, thì họ được sống theo Ðức Chúa Trời về phần hồn.
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7
|1 Pedro 4:7|
Sự cuối cùng của muôn vật đã gần; vậy hãy khôn ngoan tỉnh thức mà cầu nguyện.
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8
|1 Pedro 4:8|
Nhứt là trong vòng anh em phải có lòng yêu thương sốt sắng; vì sự yêu thương che đậy vô số tội lỗi.
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9
|1 Pedro 4:9|
Người nầy người khác phải tiếp đãi nhau, chớ có cằn rằn.
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10
|1 Pedro 4:10|
Mỗi người trong anh em hãy lấy ơn mình đã được mà giúp lẫn nhau, khác nào người quản lý trung tín giữ các thứ ơn của Ðức Chúa Trời.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva