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Vietnamese (1934) -
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|Eclesiastes 3:1|
Phàm sự gì có thì tiết; mọi việc dưới trời có kỳ định.
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|Eclesiastes 3:2|
Có kỳ sanh ra, và có kỳ chết; có kỳ trồng, và có kỳ nhổ vật đã trồng;
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3
|Eclesiastes 3:3|
Có kỳ giết, và có kỳ chữa lành; có kỳ phá dỡ, và có kỳ xây cất;
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4
|Eclesiastes 3:4|
có kỳ khóc, và có kỳ cười; có kỳ than vãn, và có kỳ nhảy múa;
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5
|Eclesiastes 3:5|
có kỳ ném đá, và có kỳ nhóm đá lại; có kỳ ôm ấp, và có kỳ chẳng ôm ấp;
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6
|Eclesiastes 3:6|
có kỳ tìm, và có kỳ mất; có kỳ giữ lấy, và có kỳ ném bỏ;
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7
|Eclesiastes 3:7|
có kỳ xé rách, và có kỳ may; có kỳ nín lặng, có kỳ nói ra;
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8
|Eclesiastes 3:8|
có kỳ yêu, có kỳ ghét; có kỳ đánh giặc, và có kỳ hòa bình.
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9
|Eclesiastes 3:9|
Kẻ làm việc có được ích lợi gì về lao khổ mình chăng?
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10
|Eclesiastes 3:10|
Ta đã thấy công việc mà Ðức Chúa Trời ban cho loài người là loài người dùng tập rèn lấy mình.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva