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Vietnamese (1934) -
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|Eclesiastes 4:5|
Kẻ ngu muội khoanh tay, ăn lấy thịt mình.
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|Eclesiastes 4:6|
Thà đầy một lòng bàn tay mà bình an, hơn là đầy cả hai mà bị lao khổ, theo luồng gió thổi.
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|Eclesiastes 4:7|
Ta bèn xây lại xem thấy sự hư không ở dưới mặt trời:
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|Eclesiastes 4:8|
Nầy một người cô độc, chẳng có ai hoặc con trai hay là anh em; dầu vậy, lao khổ nó không thôi, mắt nó không hề chán của cải; nó không hề nghĩ rằng: Vậy ta lao khổ, ta bắt linh hồn nhịn các phước là vì ai? Ðiều đó cũng là hư không, thật là công việc cực nhọc.
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|Eclesiastes 4:9|
Hai người hơn một, vì hai sẽ được công giá tốt về công việc mình.
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|Eclesiastes 4:10|
Nếu người này sa ngã, thì người kia sẽ đỡ bạn mình lên; nhưng khốn thay cho kẻ ở một mình mà sa ngã, không có ai đỡ mình lên!
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|Eclesiastes 4:11|
Cũng vậy, nếu hai người ngủ chung thì ấm; còn một mình thì làm sao ấm được?
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|Eclesiastes 4:12|
Lại nếu kẻ ở một mình bị người khác thắng, thì hai người có thế chống cự nó; một sợi dây đánh ba tao lấy làm khó đứt.
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|Eclesiastes 4:13|
Một kẻ trẻ tuổi nghèo mà khôn hơn một ông vua già cả mà dại, chẳng còn biết nghe lời khuyên can.
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|Eclesiastes 4:14|
Vì kẻ trẻ ra khỏi ngục khám đặng làm vua, dầu sanh ra nghèo trong nước mình.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva