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Vietnamese (1934) -
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|Eclesiastes 4:5|
Kẻ ngu muội khoanh tay, ăn lấy thịt mình.
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|Eclesiastes 4:6|
Thà đầy một lòng bàn tay mà bình an, hơn là đầy cả hai mà bị lao khổ, theo luồng gió thổi.
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|Eclesiastes 4:7|
Ta bèn xây lại xem thấy sự hư không ở dưới mặt trời:
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|Eclesiastes 4:8|
Nầy một người cô độc, chẳng có ai hoặc con trai hay là anh em; dầu vậy, lao khổ nó không thôi, mắt nó không hề chán của cải; nó không hề nghĩ rằng: Vậy ta lao khổ, ta bắt linh hồn nhịn các phước là vì ai? Ðiều đó cũng là hư không, thật là công việc cực nhọc.
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9
|Eclesiastes 4:9|
Hai người hơn một, vì hai sẽ được công giá tốt về công việc mình.
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10
|Eclesiastes 4:10|
Nếu người này sa ngã, thì người kia sẽ đỡ bạn mình lên; nhưng khốn thay cho kẻ ở một mình mà sa ngã, không có ai đỡ mình lên!
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11
|Eclesiastes 4:11|
Cũng vậy, nếu hai người ngủ chung thì ấm; còn một mình thì làm sao ấm được?
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12
|Eclesiastes 4:12|
Lại nếu kẻ ở một mình bị người khác thắng, thì hai người có thế chống cự nó; một sợi dây đánh ba tao lấy làm khó đứt.
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13
|Eclesiastes 4:13|
Một kẻ trẻ tuổi nghèo mà khôn hơn một ông vua già cả mà dại, chẳng còn biết nghe lời khuyên can.
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14
|Eclesiastes 4:14|
Vì kẻ trẻ ra khỏi ngục khám đặng làm vua, dầu sanh ra nghèo trong nước mình.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva