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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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|Êxodo 17:1|
Cả hội chúng Y-sơ-ra-ên đi từ đồng vắng Sin, đi từng trạm, tùy theo lịnh Ðức Giê-hô-va, đóng trại tại Rê-phi-đim; ở đó chẳng có nước cho dân sự uống.
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2
|Êxodo 17:2|
Dân sự bèn kiếm cớ cãi lộn cùng Môi-se mà rằng: Hãy cho chúng tôi nước uống. Môi-se đáp rằng: Sao các ngươi kiếm cớ cãi lộn cùng ta? Sao ướm thử Ðức Giê-hô-va vậy?
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3
|Êxodo 17:3|
Dân sự ở đó không có nước, bị khát, nên oán trách Môi-se mà rằng: Sao người khiến chúng tôi ra xứ Ê-díp-tô, hầu cho chúng tôi, con và các bầy súc vật phải chịu chết khát thế nầy?
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4
|Êxodo 17:4|
Môi-se bèn kêu cầu Ðức Giê-hô-va mà rằng: Tôi phải xử thế nào cùng dân nầy? Thiếu điều họ ném đá tôi!
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5
|Êxodo 17:5|
Ðức Giê-hô-va đáp cùng Môi-se rằng: Hãy cầm gậy của ngươi đã đập dưới sông, dẫn theo những trưởng lão Y-sơ-ra-ên, rồi đi trước mặt dân sự.
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6
|Êxodo 17:6|
Nầy ta sẽ đứng đằng trước ngươi, ở trên hòn đá tại Hô-rếp kia, ngươi hãy đập hòn đá, thì nước từ đó chảy ra, dân sự sẽ uống lấy. Môi-se bèn làm như vậy trước mặt các trưởng lão Y-sơ-ra-ên.
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7
|Êxodo 17:7|
Người đặt tên nơi nầy là Ma-sa và Mê-ri-ba, vì cớ việc cãi lộn mà dân Y-sơ-ra-ên kiếm cớ gây cùng người, và vì họ đã ướm thử Ðức Giê-hô-va mà nói rằng: Có Ðức Giê-hô-va ở giữa chúng ta hay chăng?
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8
|Êxodo 17:8|
Vả, khi đó, dân A-ma-léc đến khêu chiến cùng Y-sơ-ra-ên tại Rê-phi-đim.
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9
|Êxodo 17:9|
Môi-se bèn nói cùng Giô-suê rằng: Hãy chọn lấy tráng sĩ cho chúng ta, ra chiến đấu cùng dân A-ma-léc; ngày mai ta sẽ đứng nơi đầu nổng, cầm gậy của Ðức Chúa Trời trong tay.
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10
|Êxodo 17:10|
Giô-suê bèn làm y như lời Môi-se nói, để cự chiến dân A-ma-léc; còn Môi-se, A-rôn và Hu-rơ lên trên đầu nổng.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva