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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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|Gênesis 41:41|
Pha-ra-ôn lại phán cùng Giô-sép rằng: Hãy xem! trẫm lập ngươi cầm quyền trên cả xứ Ê-díp-tô.
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|Gênesis 41:42|
Vua liền cổi chiếc nhẫn trong tay mình, đeo vào tay Giô-sép, truyền mặc áo vải gai mịn, và đeo vòng vàng vào cổ người;
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43
|Gênesis 41:43|
rồi, truyền cho lên ngồi sau xe vua, có người đi trước hô rằng: Hãy quì xuống! Ấy, Giô-sép được lập lên cầm quyền cả xứ Ê-díp-tô là vậy.
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|Gênesis 41:44|
Pha-ra-ôn phán cùng Giô-sép: Ta là Pha-ra-ôn, nhưng nếu chẳng có ngươi, thì trong cả xứ Ê-díp-tô không có ai giơ tay đưa chơn lên được.
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|Gênesis 41:45|
Pha-ra-ôn đặt tên Giô-sép là Xa-phơ-nát-Pha-nê-ách, đưa nàng Ách-nát, con gái Phô-ti-phê-ra, thầy cả thành Ôn, cho người làm vợ. Người thường tuần hành trong xứ Ê-díp-tô.
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|Gênesis 41:46|
Vả, khi Giô-sép ra mắt Pha-ra-ôn, vua Ê-díp-tô, thì người đã ba mươi tuổi. Vậy, người từ tạ Pha-ra-ôn mà đi tuần khắp xứ Ê-díp-tô.
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|Gênesis 41:47|
Trong bảy năm được mùa dư dật, đất sanh sản ra đầy dẫy.
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|Gênesis 41:48|
Giô-sép bèn thâu góp hết thảy lương thực của bảy năm đó trong xứ Ê-díp-tô, và chứa lương thực nầy khắp các thành; trong mỗi thành, đều dành chứa hoa lợi của các ruộng ở chung quanh thành đó.
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49
|Gênesis 41:49|
Vậy, Giô-sép thâu góp lúa mì rất nhiều, như cát nơi bờ biển, cho đến đỗi người ta đếm không được, vì đầy dẫy vô số.
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50
|Gênesis 41:50|
Trước khi đến năm đói kém, thì Ách-nát, con gái Phô-ti-phê-ra, thầy cả thành Ôn, sanh cho Giô-sép hai con trai.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva