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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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1
|Juízes 15:1|
Sau ít lâu, nhằm mùa gặt lúa mì, Sam-sôn đi thăm vợ mình, đem cho nàng một con dê con, và nói rằng: Tôi muốn đi đến cùng vợ tôi trong phòng nàng. Nhưng cha nàng không cho phép người vào,
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2
|Juízes 15:2|
bèn nói rằng: Ta ngờ ngươi ghét nó, nên ta đã gả nó cho bạn của ngươi. Em gái nó há chẳng lịch sự hơn nó sao? Vậy, hay lấy em nó thế cho.
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3
|Juízes 15:3|
Sam-sôn đáp rằng: Nếu lần nầy ta làm hại cho dân Phi-li-tin, thì ta cũng vô tội.
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4
|Juízes 15:4|
Vậy, Sam-sôn đi bắt ba trăm con chó rừng, cũng lấy những đuốc, rồi cột đuôi mỗi hai con lại, và cột đuốc giữa hai đuôi.
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5
|Juízes 15:5|
Người đốt đuốc, thả chó rừng vào trong lúa mì của dân Phi-li-tin. Như vậy, người đốt lúa mì đã bó cùng lúa mì chưa gặt, và các vườn ô-li-ve.
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6
|Juízes 15:6|
Dân Phi-li-tin hỏi: Ai làm điều đó? Người ta đáp: Sam-sôn, rể của người Thim-na, bởi vì người Thim-na bắt vợ hắn mà gả cho một người bạn của hắn. Dân Phi-li-tin bèn đi lên, thiêu nàng luôn với cha nàng trong lửa.
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7
|Juízes 15:7|
Sam-sôn nói: Nếu các ngươi làm như vậy, thì ta quyết hẳn báo thù các ngươi rồi mới chịu an nghỉ.
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8
|Juízes 15:8|
Người đánh chúng nó bị thua bệ cả thể. Ðoạn, người đi xuống và ở tại hang đá Ê-tam.
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9
|Juízes 15:9|
Bấy giờ, dân Phi-li-tin đi lên, đóng trại tại Giu-đa, và tràn ra đến Lê-chi.
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10
|Juízes 15:10|
Người Giu-đa nói cùng chúng rằng: Cớ sao các ngươi lên đánh chúng ta? Chúng đáp: Chúng ta lên đây, ấy đặng trói Sam-sôn: chúng ta sẽ đãi hắn y như hắn đã đãi chúng ta!
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva