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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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13
|Marcos 16:13|
Hai người nầy đi báo tin cho các môn đồ khác, nhưng ai nấy cũng không tin.
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14
|Marcos 16:14|
Sau nữa, Ngài hiện ra cho mười một sứ đồ đang khi ngồi ăn, mà quở trách về sự không tin và lòng cứng cỏi, vì chẳng tin những kẻ từng thấy Ngài đã sống lại.
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15
|Marcos 16:15|
Ngài phán cùng các sứ đồ rằng: Hãy đi khắp thế gian, giảng Tin Lành cho mọi người.
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16
|Marcos 16:16|
Ai tin và chịu phép báp-tem, sẽ được rỗi; nhưng ai chẳng tin, sẽ bị đoán phạt.
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17
|Marcos 16:17|
Vậy những kẻ tin sẽ được các dấu lạ nầy: lấy danh ta mà trừ quỉ; dùng tiếng mới mà nói;
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18
|Marcos 16:18|
bắt rắn trong tay; nếu uống giống chi độc, cũng chẳng hại gì; hễ đặt tay trên kẻ đau, thì kẻ đau sẽ lành.
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19
|Marcos 16:19|
Ðức Chúa Jêsus phán như vậy rồi, thì được đem lên trời, ngồi bên hữu Ðức Chúa Trời.
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20
|Marcos 16:20|
Về phần các môn đồ, thì đi ra giảng đạo khắp mọi nơi, Chúa cùng làm với môn đồ, và lấy các phép lạ cặp theo lời giảng mà làm cho vững đạo.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva