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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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1
|Mateus 26:1|
Vả, Ðức Chúa Jêsus đã phán những lời ấy xong rồi, thì phán cùng môn đồ rằng:
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2
|Mateus 26:2|
Các ngươi biết rằng còn hai ngày nữa thì đến lễ Vượt qua, và Con người sẽ bị nộp để chịu đóng đinh trên cây thập tự.
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3
|Mateus 26:3|
Bấy giờ các thầy tế lễ cả và các trưởng lão trong dân nhóm lại trong tòa thầy cả thượng phẩm tên là Cai-phe;
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4
|Mateus 26:4|
và bàn với nhau dùng mưu chước gì đặng bắt Ðức Chúa Jêsus mà giết.
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5
|Mateus 26:5|
Song họ nói rằng: Không nên làm trong ngày lễ, e trong dân chúng sanh ra điều xào xạc chăng.
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6
|Mateus 26:6|
Khi Ðức Chúa Jêsus ở làng Bê-tha-ni, tại nhà Si-môn là người phung,
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7
|Mateus 26:7|
có một người đờn bà cầm cái chai bằng ngọc trắng đựng dầu thơm quí giá lắm, đến gần mà đổ trên đầu Ngài đương khi ngồi ăn.
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8
|Mateus 26:8|
Môn đồ thấy vậy, giận mà trách rằng: Sao phí của như vậy?
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9
|Mateus 26:9|
Dầu nầy có thể bán được nhiều tiền và lấy mà thí cho kẻ nghèo nàn.
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10
|Mateus 26:10|
Ðức Chúa Jêsus biết điều đó, bèn phán cùng môn đồ rằng: Sao các ngươi làm khó cho người đờn bà đó? Người đã làm việc tốt cho ta;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva