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Vietnamese (1934) -
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26
|Neemias 13:26|
Sa-lô-môn, vua Y-sơ-ra-ên há chẳng có phạm tội trong điều đó sao? Vả, trong nhiều dân tộc không có một vua nào giống như người; người được Ðức Chúa Trời đặt người làm vua trên cả Y-sơ-ra-ên: dẫu vậy, người cũng bị đờn bà ngoại bang xui cho phạm tội!
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|Neemias 13:27|
Chúng ta há sẽ nghe theo các ngươi mà làm những điều ác lớn này, lấy người đờn bà ngoại bang mà vi phạm cùng Ðức Chúa Trời chúng ta sao?
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|Neemias 13:28|
Có một trong các con trai của Giô-gia-đa, cháu Ê-li-a-síp, thầy tế lễ thượng phẩm, là rể của San-ba-lát, người Hô-rôn; vì cớ ấy tôi đuổi hắn khỏi tôi.
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|Neemias 13:29|
Hỡi Ðức Chúa Trời tôi ôi! xin nhớ lại chúng nó, vì chúng nó đã làm ô uế chức tế lễ và sự giao ước của chức tế lễ và của người Lê-vi.
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30
|Neemias 13:30|
Như vậy, tôi dọn sạch chúng cho khỏi các kẻ ngoại bang, và định ban thứ cho những thầy tế lễ và người Lê-vi, mỗi người trong chức việc mình;
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31
|Neemias 13:31|
cũng khiến dân sự dâng củi theo kỳ nhất định và các thổ sản đầu mùa. Ðức Chúa Trời tôi ôi, xin hãy nhớ đến tôi mà làm ơn cho tôi!
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva