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Webster's Bible 1833 -
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|Eclesiastes 4:5|
The fool foldeth his hands together, and eateth his own flesh.
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6
|Eclesiastes 4:6|
Better is a handful with quietness, than both the hands full with toil and vexation of spirit.
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7
|Eclesiastes 4:7|
Then I returned, and I saw vanity under the sun.
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8
|Eclesiastes 4:8|
There is one alone, and there is not a second; yes, he hath neither child nor brother: yet is there no end of all his labor; neither is his eye satisfied with riches; neither saith he, For whom do I labor, and bereave my soul of good? This is also vanity, yes, it is a grievous labor.
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9
|Eclesiastes 4:9|
Two are better than one; because they have a good reward for their labor.
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10
|Eclesiastes 4:10|
For if they fall, the one will lift up his fellow: but woe to him that is alone when he falleth; for he hath not another to help him to rise.
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11
|Eclesiastes 4:11|
Again, if two lie together, then they have heat: but how can one be warm alone?
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12
|Eclesiastes 4:12|
And if one prevaileth against him, two shall withstand him; and a three-fold cord is not quickly broken.
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13
|Eclesiastes 4:13|
Better is a poor and a wise child, than an old and foolish king, who will no more be admonished.
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14
|Eclesiastes 4:14|
For out of prison he cometh to reign; whereas also he that is born in his kingdom becometh poor.
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva