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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|Ezequiel 36:1|
Wena ke, nyana womntu, profeta ngazo iintaba zakwaSirayeli, uthi, Zintaba zakwaSirayeli, liveni ilizwi likaYehova!
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2
|Ezequiel 36:2|
Itsho iNkosi uYehova ukuthi, Ngenxa enokuba utshaba lusithi ngani, Tshotsho, imimango engunaphakade ibililifa lethu!
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3
|Ezequiel 36:3|
ngako oko profeta uthi, Itsho iNkosi uYehova ukuthi, Ngenxa enokuba, ewe, ngenxa enokuba benenze kwaba senkangala, baniginya ngeenxa zonke, ukuze nibe lilifa lamasalela eentlanga, naba semilonyeni yabanolwimi nasentlebendwaneni yabantu:
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4
|Ezequiel 36:4|
ngako oko, nina zintaba zakwaSirayeli, liveni ilizwi leNkosi uYehova, lisithi, Itsho iNkosi uYehova kwiintaba nakwiinduli, kwizihlambo nakwimifula, kwiindawo ezibharhileyo ezingamanxuwa nakwimizi eshiyiweyo, eyaba lixhoba nesigculelo samasalela eentlanga ezingeenxa zonke;
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5
|Ezequiel 36:5|
ngako oko, itsho iNkosi uYehova ukuthi, Inyaniso, ndithethe ngomlilo wobukhwele bam ngawo amasalela eentlanga, nangamaEdom onke ephela, alenze ilifa lawo ilizwe lam, evuyile ngentliziyo yonke, ecukuceza ngomphefumlo, ukuze alilahle libe lixhoba.
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6
|Ezequiel 36:6|
Ngako oko, profeta ngomhlaba wakwaSirayeli, uthi kwiintaba nakwiinduli, kwizihlambo nakwimifula, Itsho iNkosi uYehova ukuthi, Yabonani, ndithethe ndinobukhwele, ndinobushushu, ngenxa enokuba nilithwele ihlazo leentlanga.
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7
|Ezequiel 36:7|
Ngako oko, itsho iNkosi uYehova ukuthi, Mna ndisiphakamisile isandla sam; inyaniso, iintlanga ezingeenxa zonke kuni, zona ziya kuthwala ihlazo lazo.
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8
|Ezequiel 36:8|
Ke nina, zintaba zakwaSirayeli, niya kuvelisa amasebe, iziqhamo zenu nizixakathele abantu bam amaSirayeli; ngokuba sekukufuphi ukuvela kwazo.
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9
|Ezequiel 36:9|
Ngokuba, niyabona, ndingakuni; ndobuyela kuni, nilinywe, nihlwayelwe.
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10
|Ezequiel 36:10|
Ndiya kwandisela abantu phezu kwenu, yonke indlu kaSirayeli, yonke iphela, imiwe imizi, akhiwe amanxuwa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva