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Xhosa -
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1
|Jonas 3:1|
Kwafika ilizwi likaYehova kuYona okwesibini, lisithi,
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2
|Jonas 3:2|
SukÂ’ ume, uye eNineve, kuloo mzi mkhulu, umemeze ngawo umemezo endithetha lona kuwe.
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3
|Jonas 3:3|
Wesuka ke uYona, waya eNineve ngokwelizwi likaYehova. Ke kaloku iNineve ibingumzi omkhulu kuThixo, iluhambo lweentsuku ezintathu.
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4
|Jonas 3:4|
UYona waqala wangena kuloo mzi uhambo losuku olunye, wamemeza, wathi, Zisaya kuba ziintsuku ezimashumi mane, iNineve ibhukuqwe.
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5
|Jonas 3:5|
Amadoda aseNineve akholwa kuThixo, amema uzilo, ambatha ezirhwexayo, ethabathela kwabakhulu bawo, esa kwabancinane bawo.
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6
|Jonas 3:6|
Lafika ilizwi elo kukumkani waseNineve; wesuka etroneni yakhe, wayisusa wayibeka phantsi ingubo yakhe ende, wazigubungela ngezirhwexayo, wahlala phantsi eluthuthwini.
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7
|Jonas 3:7|
Wathi, makudandulukwe kutshiwo eNineve ngomthetho wokumkani nezikhulu zakhe, ukuthi: Umntu nempahla enkulu, iinkomo nempahla emfutshane, mazingevi nento; mazingadli, mazingaseli namanzi;
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8
|Jonas 3:8|
maze azigubungele ngezirhwexayo umntu nempahla enkulu, akhale kuThixo ngokunamandla, abuye elowo endleleni yakhe embi, elugonyamelweni olusezandleni zakhe.
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9
|Jonas 3:9|
Ngubani na owaziyo ukuba akangebuyi kanti azohlwaye uThixo, abuye ekuvutheni komsindo wakhe, ukuze singabhubhi?
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10
|Jonas 3:10|
UThixo wazibona izenzo zabo, ukuba babuyile ezindleleni zabo ezimbi; uThixo wazohlwaya ngenxa yobubi, abethe uya kubenza kubo; akabenza.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva