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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|João 21:1|
Emva koko waphinda uYesu wazibonakalalisa kubafundi ngaselwandle lwaseTibheriya. Wenjenje ke ukuzibonakalalisa.
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2
|João 21:2|
Babendawonye uSimon Petros, noTomas okuthiwa nguDidimo, noNataniyeli waseKana yelaseGalili, nabakaZebhedi, nabanye kubafundi bakhe bebabini.
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3
|João 21:3|
Athi uSimon Petros kubo, Ndiya kubambisa iintlanzi. Bathi kuye, Nathi siyaya nawe. Baphuma bangena emkhombeni kwaoko. Ngobo busuku ababamba nto.
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4
|João 21:4|
Ke kaloku, kwakuba sekusile, wema uYesu elunxwemeni; noko abafundi bebengazi ukuba nguYesu.
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5
|João 21:5|
Athi ngoko uYesu kubo, Bantwana, aninanto idliwayo na? Bamphendula bathi, Hayi.
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6
|João 21:6|
Wathi ke yena kubo, Wuphoseni umnatha ngecala lasekunene lomkhombe, nofumana. Baphosa ke; ababa saba nako ukuwutsala, ngenxa yenkitha yeentlanzi.
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7
|João 21:7|
Athi ngoko loo mfundi ubethandwa nguYesu kuPetros, YiNkosi. Uthe ngoko uSimon Petros, akuva ukuba yiNkosi, wabhinqa ingubo yokwaleka (kuba ebeze), waziphosa elwandle.
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8
|João 21:8|
Ke kaloku abanye abafundi beza ngomkhonjana (kuba bebengemgama emhlabeni, ngathi bebekubhite zimakhulu mabini), bewuzizilizisa umnatha weentlanzi.
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9
|João 21:9|
Bathi ngoko, bakuwelela emhlabeni, babona umlilo wamalahle ukhona, nentlanzi ikuwo, nesonka.
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10
|João 21:10|
Athi uYesu kubo, Zisani kwezo ntlanzi nizibambise ngokunje.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva