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Young's Literal Translation -
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|Cantares 6:4|
Fair [art] thou, my friend, as Tirzah, Comely as Jerusalem, Awe-inspiring as bannered hosts.
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|Cantares 6:5|
Turn round thine eyes from before me, Because they have made me proud. Thy hair [is] as a row of the goats, That have shone from Gilead,
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6
|Cantares 6:6|
Thy teeth as a row of the lambs, That have come up from the washing, Because all of them are forming twins, And a bereaved one is not among them.
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7
|Cantares 6:7|
As the work of the pomegranate [is] thy temple behind thy veil.
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8
|Cantares 6:8|
Sixty are queens, and eighty concubines, And virgins without number.
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9
|Cantares 6:9|
One is my dove, my perfect one, One she [is] of her mother, The choice one she [is] of her that bare her, Daughters saw, and pronounce her happy, Queens and concubines, and they praise her.
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10
|Cantares 6:10|
`Who [is] this that is looking forth as morning, Fair as the moon -- clear as the sun, Awe-inspiring as bannered hosts?`
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11
|Cantares 6:11|
Unto a garden of nuts I went down, To look on the buds of the valley, To see whither the vine had flourished, The pomegranates had blossomed --
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12
|Cantares 6:12|
I knew not my soul, It made me -- chariots of my people Nadib.
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|Cantares 6:13|
Return, return, O Shulammith! Return, return, and we look upon thee. What do ye see in Shulammith?
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva