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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Êxodo 16:6|
And Moses and Aaron said unto all the children of Israel, At even, then ye shall know that Jehovah hath brought you out from the land of Egypt;
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7
|Êxodo 16:7|
and in the morning, then ye shall see the glory of Jehovah; for that he heareth your murmurings against Jehovah: and what are we, that ye murmur against us?
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8
|Êxodo 16:8|
And Moses said, [This shall be], when Jehovah shall give you in the evening flesh to eat, and in the morning bread to the full; for that Jehovah heareth your murmurings which ye murmur against him: and what are we? your murmurings are not against us, but against Jehovah.
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9
|Êxodo 16:9|
And Moses said unto Aaron, Say unto all the congregation of the children of Israel, Come near before Jehovah; for he hath heard your murmurings.
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10
|Êxodo 16:10|
And it came to pass, as Aaron spake unto the whole congregation of the children of Israel, that they looked toward the wilderness, and, behold, the glory of Jehovah appeared in the cloud.
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11
|Êxodo 16:11|
And Jehovah spake unto Moses, saying,
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12
|Êxodo 16:12|
I have heard the murmurings of the children of Israel: speak unto them, saying, At even ye shall eat flesh, and in the morning ye shall be filled with bread: and ye shall know that I am Jehovah your God.
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13
|Êxodo 16:13|
And it came to pass at even, that the quails came up, and covered the camp: and in the morning the dew lay round about the camp.
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14
|Êxodo 16:14|
And when the dew that lay was gone up, behold, upon the face of the wilderness a small round thing, small as the hoar-frost on the ground.
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15
|Êxodo 16:15|
And when the children of Israel saw it, they said one to another, What is it? For they knew not what it was. And Moses said unto them, It is the bread which Jehovah hath given you to eat.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva