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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Êxodo 18:1|
Now Jethro, the priest of Midian, Moses' father-in-law, heard of all that God had done for Moses, and for Israel his people, how that Jehovah had brought Israel out of Egypt.
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2
|Êxodo 18:2|
And Jethro, Moses' father-in-law, took Zipporah, Moses' wife, after he had sent her away,
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3
|Êxodo 18:3|
and her two sons; of whom the name of the one was Gershom; for he said, I have been a sojourner in a foreign land:
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4
|Êxodo 18:4|
and the name of the other was Eliezer; for [he said], The God of my father was my help, and delivered me from the sword of Pharaoh.
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5
|Êxodo 18:5|
And Jethro, Moses' father-in-law, came with his sons and his wife unto Moses into the wilderness where he was encamped, at the mount of God:
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6
|Êxodo 18:6|
and he said unto Moses, I, thy father-in-law Jethro, am come unto thee, and thy wife, and her two sons with her.
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7
|Êxodo 18:7|
And Moses went out to meet his father-in-law, and did obeisance, and kissed him: and they asked each other of their welfare; and they came into the tent.
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8
|Êxodo 18:8|
And Moses told his father-in-law all that Jehovah had done unto Pharaoh and to the Egyptians for Israel's sake, all the travail that had come upon them by the way, and how Jehovah delivered them.
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9
|Êxodo 18:9|
And Jethro rejoiced for all the goodness which Jehovah had done to Israel, in that he had delivered them out of the hand of the Egyptians.
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10
|Êxodo 18:10|
And Jethro said, Blessed be Jehovah, who hath delivered you out of the hand of the Egyptians, and out of the hand of Pharaoh; who hath delivered the people from under the hand of the Egyptians.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva