-
-
Darby -
-
10
|Neemias 2:10|
Et quand Sanballat, le Horonite, et Tobija, le serviteur ammonite, l'apprirent, ils furent très-mécontents de ce qu'un homme fût venu pour chercher le bien des fils d'Israël.
-
11
|Neemias 2:11|
Et j'arrivai à Jérusalem, et je fus là trois jours.
-
12
|Neemias 2:12|
Et je me levai de nuit, moi et le peu d'hommes qui étaient avec moi, -et je n'avais informé personne de ce que mon Dieu m'avait mis au coeur de faire pour Jérusalem-et je n'avais pas de bête avec moi, sinon la bête que je montais.
-
13
|Neemias 2:13|
Et je sortis de nuit, par la porte de la vallée, en face de la source du chacal, vers la porte du fumier; et je considérai les murailles de Jérusalem qui étaient en ruine et ses portes consumées par le feu.
-
14
|Neemias 2:14|
Et je passai à la porte de la fontaine, et à l'étang du roi, et il n'y avait pas de place où pût passer la bête qui était sous moi.
-
15
|Neemias 2:15|
Et je montai de nuit par le torrent, et je considérai la muraille; et je m'en revins, et entrai par la porte de la vallée, et je m'en retournai.
-
16
|Neemias 2:16|
Or les chefs ne savaient pas où j'étais allé, ni ce que je faisais; et jusque-là je n'avais rien communiqué aux Juifs, ni aux sacrificateurs, ni aux nobles, ni aux chefs, ni aux autres qui s'occupaient de l'oeuvre.
-
17
|Neemias 2:17|
Et je leur dis: Vous voyez la misère dans laquelle nous sommes, que Jérusalem est dévastée et que ses portes sont brûlées par le feu. Venez et bâtissons la muraille de Jérusalem, afin que nous ne soyons plus dans l'opprobre.
-
18
|Neemias 2:18|
Et je leur racontai comment la main de mon Dieu avait été bonne sur moi, et aussi les paroles du roi qu'il m'avait dites. Et ils dirent: Levons-nous et bâtissons. Et ils fortifièrent leurs mains pour bien faire.
-
19
|Neemias 2:19|
Et quand Sanballat, le Horonite, et Tobija, le serviteur ammonite, et Guéshem, l'Arabe, l'apprirent, ils se moquèrent de nous et nous méprisèrent, et ils dirent: Qu'est-ce que vous faites là? Voulez-vous vous révolter contre le roi?
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva