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Darby -
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10
|Neemias 3:10|
Et à côté d'eux répara Jedaïa, fils de Harumaph, savoir vis-à-vis de sa maison. Et à côté de lui répara Hattush, fils de Hashabnia.
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11
|Neemias 3:11|
Malkija, fils de Harim, et Hashub, fils de Pakhath-Moab, réparèrent une seconde portion et la tour des fours.
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12
|Neemias 3:12|
Et à côté d'eux réparèrent Shallum, fils d'Hallokhesh, chef de la moitié du district de Jérusalem, lui et ses filles.
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13
|Neemias 3:13|
Hanun et les habitants de Zanoakh réparèrent la porte de la vallée; ils la bâtirent et posèrent ses battants, ses verrous et ses barres, et firent mille coudées de la muraille, jusqu'à la porte du fumier.
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14
|Neemias 3:14|
Et Malkija, fils de Récab, chef du district de Beth-Hakkérem, répara la porte du fumier; il la bâtit et posa ses battants, ses verrous et ses barres.
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15
|Neemias 3:15|
Shallun, fils de Col-Hozé, chef du district de Mitspa, répara la porte de la fontaine; il la bâtit et la couvrit, et posa ses battants, ses verrous et ses barres; il fit aussi la muraille de l'étang de Siloé, près du jardin du roi, et jusqu'aux degrés qui descendent de la ville de David.
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16
|Neemias 3:16|
Après lui Néhémie, fils d'Azbuk, chef de la moitié du district de Beth-Tsur, répara jusque vis-à-vis des sépulcres de David, et jusqu'à l'étang qui avait été fait, et jusqu'à la maison des hommes forts.
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17
|Neemias 3:17|
Et après lui réparèrent les Lévites: Rehum, fils de Bani. A côté de lui Hashabia, chef de la moitié du district de Kehila, répara pour son district.
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18
|Neemias 3:18|
Après lui réparèrent leurs frères, Bavvaï, fils de Hénadad, chef de la moitié du district de Kehila.
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19
|Neemias 3:19|
Et, à côté de lui, Ézer, fils de Jéshua, chef de Mitspa, répara une seconde portion, vis-à-vis de la montée de l'arsenal de l'angle.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva