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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Rute 3:6|
Så gikk hun ned til treskeplassen og gjorde aldeles som hennes svigermor hadde pålagt henne.
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7
|Rute 3:7|
Da Boas hadde ett og drukket og var blitt vel til mote, gikk han og la sig ved kanten av kornhaugen; da kom hun stille og slo op dekket ved hans føtter og la sig der.
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8
|Rute 3:8|
Midt på natten blev mannen opskremt; han bøide sig frem og fikk se at der lå en kvinne ved hans føtter.
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|Rute 3:9|
Og han sa: Hvem er du? Hun svarte: Jeg er Rut, din tjenerinne. Bre ditt dekke ut over din tjenerinne; for du er løser*. / {* RTS 2, 20.}
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10
|Rute 3:10|
Da sa han: Velsignet være du av Herren, min datter! Du har nu lagt en større kjærlighet for dagen enn før, ved ikke å gå efter de unge menn, hverken de fattige eller de rike.
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11
|Rute 3:11|
Så vær nu ikke redd, min datter! Alt det du sier, vil jeg gjøre for dig; for alt folket i min by vet at du er en bra kvinne.
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|Rute 3:12|
Det er sant som du sier: Jeg er virkelig løser; men det er en annen løser som er nærmere enn jeg.
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13
|Rute 3:13|
Bli nu her natten over! Vil han da imorgen løse dig, godt, så la ham det! Men har han ikke lyst til å løse dig, så løser jeg dig, så sant Herren lever! Bli liggende til imorgen tidlig!
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|Rute 3:14|
Så blev hun liggende ved hans føtter til om morgenen; da stod hun op, før folk ennu kunde kjenne hverandre. For han sa: Det må ikke bli kjent at kvinnen er kommet hit til treskeplassen.
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15
|Rute 3:15|
Så sa han: Kom hit med den kåpe du har på, og hold i den! Og hun holdt i den, og han målte op seks mål bygg og la det på hennes rygg; og hun gikk inn til byen.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva