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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Eclesiastes 2:3|
I mitt hjärta begrundade jag huru jag skulle pläga min kropp med vin -- allt under det att mitt hjärta ägnade sig åt vishet -- och huru jag skulle hålla fast vid dårskap, till dess jag finge se vad som vore bäst för människors barn att göra under himmelen, de dagar de leva.
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4
|Eclesiastes 2:4|
Jag företog mig stora arbeten, jag byggde hus åt mig, jag planterade vingårdar åt mig.
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5
|Eclesiastes 2:5|
Jag anlade åt mig lustgårdar och parker och planterade i dem alla slags fruktträd.
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6
|Eclesiastes 2:6|
Jag anlade vattendammar åt mig för att ur dem vattna den skog av träd, som växte upp.
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7
|Eclesiastes 2:7|
Jag köpte trälar och trälinnor, och hemfödda tjänare fostrades åt mig; jag fick ock boskap, fäkreatur och får, i större myckenhet än någon som före mig hade varit i Jerusalem.
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8
|Eclesiastes 2:8|
Jag samlade mig jämväl silver och guld och allt vad konungar och länder kunna äga; jag skaffade mig sångare och sångerskor och vad som är människors lust: en hustru, ja, många.
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9
|Eclesiastes 2:9|
Så blev jag stor, allt mer och mer, större än någon som före mig hade varit i Jerusalem; och under detta bevarade jag ändå min vishet.
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|Eclesiastes 2:10|
Intet som mina ögon begärde undanhöll jag dem, och ingen glädje nekade jag mitt hjärta. Ty mitt hjärta fann glädje i all min möda, och detta var min behållna del av all min möda.
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|Eclesiastes 2:11|
Men när jag så vände mig till att betrakta alla de verk som mina händer hade gjort, och den möda som jag hade nedlagt på dem, se, då var det allt fåfänglighet och ett jagande efter vind. Ja, under solen finnes intet som kan räknas för vinning.
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12
|Eclesiastes 2:12|
När jag alltså vände mig till att jämföra vishet med oförnuft och dårskap -- ty vad kunna de människor göra, som komma efter konungen, annat än detsamma som man redan förut har gjort? --
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Sugestões

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15 de agosto LAB 593
CRESCIMENTO E AMADURECIMENTO
Jeremias 17-19
Na faculdade, vi uma planta crescer de maneira muito rápida e surpreendente. Dentre os vários bebedouros d’água espalhados pelo campus do centro universitário, havia um que ficava bem junto à portaria. Ele era diferente dos demais por ter o jato d’água muito forte. Até hoje, ele é assim. Se você aperta o botãozinho e não põe a boca para beber a água, ele joga um jato d’água a uns três metros de distância. Naquela época, no pedacinho de gramado que havia ao redor daquele bebedouro, a equipe de paisagismo plantou ali três mudinhas de coqueiro. Não sei o nome do coqueiro, mas é aquele tipo de palmeira ornamental. E nós alunos gostávamos de brincar de apertar o botão do bebedouro jogando a água sem bebê-la, só para ver a água cair bem em cima de um desses coqueiros. E o tempo foi passando, começou a notar-se que aquela mudinha de coqueiro que ficou vítima do jato d’água do bebedouro, por ter sido plantada bem ali, começou a ficar diferente das outras! Sério! Ela parecia mais viçosa. Então brincávamos: “Vejam! Estou colaborando com a jardinagem, apertando esse bebedouro aqui...” No inverno, eu chegava a ficar com dó daquela plantinha, em ver tanta água tão fria a abater-se sobre ela, o tempo todo. Os anos se passaram. Muitas e muitas pessoas, ao tomar a água daquele bebedouro, terminam deixando-a espirrar naquele coqueiro, e o resultado é que quando eu volto lá hoje, vejo três grandes palmeiras, mas com um detalhe: uma delas é muito, muito, muito maior do que as outras. Seu tronco é muito mais forte, e de uma espessura muito superior. Ela pode oferecer uma sombra muito maior. Hoje, quando o jato d’água vem do bebedouro, não cai mais por cima da planta. Ele bate ao pé do grande e maior de todos os coqueiros.
Sabe o que isso significa?
Significa o que você vai ler na leitura de hoje, em Jeremias 17. O homem que se afasta do Senhor é como um arbusto no deserto, longe d’água. Ele seca e morre. Mas a pessoa cuja confiança está no Senhor é como uma árvore plantada junto às águas. A palmeira do bebedouro! Cresce, floresce, fica linda, deixa as pessoas felizes, sorri para a vida e tem muito a oferecer.
Que tipo de pessoa você quer ser?
A vida do coqueiro da nossa história não era um mar-de-rosas. Ele vivia molhado, com água gelada. Mas compensou. Se você quiser ser recompensado também, precisa deixar que o oleiro, de Jeremias 18-19, quebre-o, molhe-o, corte-o, amasse-o, remodele-o, asse-o e, enfim, apresente-o como obra-prima das mãos de um Deus perfeito.
Valdeci Júnior
Fátima Silva