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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Eclesiastes 6:1|
Ett elände som jag har sett under solen, och som kommer tungt över människorna är det,
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|Eclesiastes 6:2|
när Gud åt någon har givit rikedom och skatter och ära, så att denne för sin räkning intet saknar av allt det han önskar sig, och Gud sedan icke förunnar honom makt att själv njuta därav, utan låter en främling få njuta därav; detta är fåfänglighet och en usel plåga.
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|Eclesiastes 6:3|
Om en man än finge hundra barn och finge leva i många år, ja, om hans livsdagar bleve än så många, men hans själ icke finge njuta sig mätt av hans goda, och om han så bleve utan begravning, då säger jag: lyckligare än han är ett ofullgånget foster.
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|Eclesiastes 6:4|
Ty såsom ett fåfängligt ting har detta kommit till världen, och i mörker går det bort, och i mörker höljes dess namn;
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5
|Eclesiastes 6:5|
det fick ej ens se solen, och det vet av intet. Ett sådant har bättre ro än han.
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6
|Eclesiastes 6:6|
Ja, om han än levde i två gånger tusen år utan att få njuta något gott -- gå icke ändå alla till samma mål?
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|Eclesiastes 6:7|
All människans möda är för hennes mun, och likväl bliver hennes hunger icke mättad.
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|Eclesiastes 6:8|
Ty vad förmån har den vise framför dåren? Vad båtar det den fattige, om han förstår att skicka sig inför de levande?
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|Eclesiastes 6:9|
Bättre är att se något för ögonen än att fara efter något med begäret. Också detta är fåfänglighet och ett jagande efter vind.
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|Eclesiastes 6:10|
Vad som är, det var redan förut nämnt vid namn; förutbestämt var vad en människa skulle bliva. Och hon kan icke gå till rätta med honom som är mäktigare än hon själv.
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Sugestões

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06 de março LAB 431
HUM?
Deuteronômio 29-31
Desde que me entendo por gente, minha família segue a Deus. Cresci, desde pequeno, indo à igreja todos os finais de semana, participando da escolinha bíblica para os menores, fazendo culto familiar em casa todos os dias, vendo meus pais pregarem o evangelho, assistindo a conversas bíblicas. Sendo assim, acostumei-me a respirar esse ar evangélico, a conversar sobre coisas da igreja, da Bíblia e sobre Deus.
E você sabe que toda criança é cheia de perguntas, né? Aquelas com as quais a criança bombardeia o adulto. “Por que isso? Por que aquilo?”
Isso é normal, pois a criança não veio ao mundo sabendo das coisas. Quando se depara com um monte de novidades, ela quer entender. Agora, uma criança que é criada em uma casa onde se fala de Deus, constantemente, muitas das perguntas também serão relacionadas a Deus. “Pai, por que eu tenho que chamar a Deus de pai também?” “Mãe, por que Jesus não frequentava a escola?” “Como a gente vai ser quando chegar no Céu?” E, por aí vai... Não sei se é porque eu deixava meus pais, tios, líderes da igreja, pessoas mais velhas, professores, todo mundo tonto com tantas perguntas, que muitas vezes eu ouvi a mesma resposta: “Deuteronômio 29:29.”
Você já viu o que está escrito lá? “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós, e aos nossos filhos, para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei.” Ou seja, o que não está encoberto, a nós pertence, mas o que está encoberto, ao Senhor pertence. E ponto final. Isso queria dizer que, se não tinha explicação para alguma coisa, era porque Deus não queria dizer, e isso era um segredo dEle, o qual a gente não devia perscrutar. Então, eu pensava: Está bem. Se Deus quer assim, vou discutir o quê?
Com o passar do tempo, à medida que fui crescendo, estudando e ampliando minha visão de mundo e meu acervo de informações, descobri algo que não sabia se era muito triste ou muito bom: tinha muita coisa que antes eu não pensava que estaria revelada, mas que na realidade estava sim. Na prática, já tinha perguntado sobre tal assunto e tinha recebido a resposta “Deuteronômio 29:29”, isto é, só Deus sabe, não temos como saber. Mas descobri que tinha como saber. O que eu não sabia antes era por pura ignorância.
Então, Deuteronômio 29:29 estava com problemas? Não! O problema era usá-lo de maneira errada. Não devemos nos conformar com a ignorância. Aprendi que esse verso não pode servir como uma desculpa esfarrapada para a ociosidade da pesquisa. Não escudemos nossa ignorância!
Valdeci Júnior
Fátima Silva