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Darby Version -
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16
|Esdras 6:16|
And the children of Israel, the priests and the Levites, and the rest of the children of the captivity, kept the dedication of this house of God with joy;
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17
|Esdras 6:17|
and they presented at the dedication of this house of God a hundred bullocks, two hundred rams, four hundred lambs, and for a sin-offering for all Israel, twelve he-goats, according to the number of the tribes of Israel.
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18
|Esdras 6:18|
And they set the priests in their classes, and the Levites in their divisions, for the service of God, which is at Jerusalem: as it is written in the book of Moses.
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19
|Esdras 6:19|
And the children of the captivity held the passover upon the fourteenth of the first month.
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20
|Esdras 6:20|
For the priests and the Levites had purified themselves as one [man]: they were all pure; and they killed the passover for all the children of the captivity, and for their brethren the priests, and for themselves.
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21
|Esdras 6:21|
And the children of Israel that were come back out of captivity, and all such as had separated themselves to them from the filthiness of the nations of the land, to seek Jehovah the God of Israel, did eat;
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22
|Esdras 6:22|
and they kept the feast of unleavened bread seven days with joy; for Jehovah had made them joyful, and turned the heart of the king of Assyria to them, to strengthen their hands in the work of the house of God, the God of Israel.
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1
|Esdras 7:1|
And after these things, in the reign of Artaxerxes, king of Persia, Ezra the son of Seraiah, the son of Azariah, the son of Hilkijah,
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2
|Esdras 7:2|
the son of Shallum, the son of Zadok, the son of Ahitub,
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3
|Esdras 7:3|
the son of Amariah, the son of Azariah, the son of Meraioth,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva