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Esperanto -
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12
|1 João 3:12|
ne kiel Kain estis de la malbonulo kaj mortigis sian fraton. Kaj pro kio li lin mortigis? CXar liaj faroj estis malbonaj, kaj la faroj de lia frato estis justaj.
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|1 João 3:13|
Ne miru, fratoj, se la mondo vin malamas.
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|1 João 3:14|
Ni scias, ke ni jam pasis el morto en vivon, cxar ni amas la fratojn. Kiu ne amas, tiu restas en morto.
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|1 João 3:15|
CXiu, kiu malamas sian fraton, estas hommortiganto; kaj vi scias, ke cxiu hommortiganto ne havas vivon eternan, restantan en li.
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|1 João 3:16|
Per cxi tio ni konas amon:cxar li demetis sian vivon pro ni; kaj ni devus demeti nian vivon pro la fratoj.
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|1 João 3:17|
Sed se iu havas mondan posedajxon kaj vidas sian fraton havantan bezonon kaj fermas sian kompaton kontraux li, kiel la amo de Dio restas en li?
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|1 João 3:18|
Infanetoj, ni amu, ne laux vorto nek laux lango, sed laux faro kaj vero.
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|1 João 3:19|
Per tio ni scios, ke ni estas el la vero, kaj ni certigos nian koron antaux Li
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|1 João 3:20|
en cxio ajn, pri kio nia koro nin kondamnas; cxar Dio estas pli granda ol nia koro, kaj scias cxion.
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|1 João 3:21|
Amataj, se nia koro ne kondamnas nin, ni havas kuragxon antaux Dio;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva