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Esperanto -
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8
|1 João 4:8|
Kiu ne amas, tiu ne konas Dion, cxar Dio estas amo.
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9
|1 João 4:9|
Jen kiel la amo de Dio elmontrigxis en ni:ke Dio sendis en la mondon Sian Filon solenaskitan, por ke ni vivu per li.
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|1 João 4:10|
Jen estas la amo, ne ke ni amis Dion, sed ke Li amis nin, kaj sendis Sian Filon kiel repacigon pro niaj pekoj.
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|1 João 4:11|
Amataj, se Dio tiel amis nin, ni ankaux devus ami unu la alian.
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|1 João 4:12|
Dion neniu iam vidis; se ni reciproke nin amas, Dio restas en ni, kaj Lia amo perfektigxis en ni;
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|1 João 4:13|
jen kiel ni scias, ke ni restas en Li, kaj Li en ni:cxar el Sia Spirito Li donis al ni.
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14
|1 João 4:14|
Kaj ni vidis kaj atestas, ke la Patro sendis la Filon por esti la Savonto de la mondo.
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|1 João 4:15|
En cxiu ajn, kiu konfesas, ke Jesuo estas la Filo de Dio, Dio restas, kaj li en Dio.
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|1 João 4:16|
Kaj ni konas kaj kredis la amon, kiun Dio havas al ni. Dio estas amo; kaj kiu restas en amo, tiu restas en Dio, kaj Dio restas en li.
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|1 João 4:17|
Jen kiel amo perfektigxis cxe ni:ke ni havu kuragxon en la tago de jugxo; cxar gxuste kia li estas, tiaj ankaux ni estas en cxi tiu mondo.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva