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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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23
|Êxodo 15:23|
Ili venis al Mara, sed ili ne povis trinki la akvon en Mara, cxar gxi estis maldolcxa; tial oni donis al la loko la nomon Mara.
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24
|Êxodo 15:24|
Kaj la popolo ekmurmuris kontraux Moseo, dirante:Kiam ni trinkos?
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25
|Êxodo 15:25|
Tiam li kriis al la Eternulo, kaj la Eternulo montris al li arbon, kaj li jxetis gxin en la akvon, kaj la akvo farigxis dolcxa. Tie Li donis al ili legxon kaj jugxon, kaj tie Li ilin elprovis.
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26
|Êxodo 15:26|
Kaj Li diris:Se vi auxskultados la vocxon de la Eternulo, via Dio, kaj farados tion, kio placxas al Li, kaj vi atentados Liajn ordonojn kaj observados cxiujn Liajn legxojn, tiam Mi venigos sur vin neniun el tiuj malsanoj, kiujn Mi venigis sur la Egiptojn; cxar Mi estas la Eternulo, via saniganto.
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27
|Êxodo 15:27|
Kaj ili venis al Elim; tie estis dek du fontoj de akvo, kaj sepdek daktilpalmoj. Kaj ili starigis tie sian tendaron cxe la akvo.
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1
|Êxodo 16:1|
Ili elmovigxis el Elim, kaj la tuta komunumo de la Izraelidoj venis en la dezerton Sin, kiu trovigxas inter Elim kaj Sinaj, en la dek-kvina tago de la dua monato, post sia eliro el la lando Egipta.
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2
|Êxodo 16:2|
Kaj la tuta komunumo de la Izraelidoj ekmurmuris kontraux Moseo kaj Aaron en la dezerto.
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3
|Êxodo 16:3|
Kaj la Izraelidoj diris al ili:Ho, ni dezirus morti per la mano de la Eternulo en la lando Egipta, sidante super la potoj kun viando, mangxante panon gxissate! vi elkondukis nin en cxi tiun dezerton, por mortigi cxi tiun tutan komunumon per malsato.
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4
|Êxodo 16:4|
Tiam la Eternulo diris al Moseo:Jen Mi pluvigos por vi panon el la cxielo; kaj la popolo eliru kaj kolektu cxiutage tiom, kiom gxi bezonas por la tago, por ke Mi esploru gxin, cxu gxi sekvos Mian legxon aux ne.
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5
|Êxodo 16:5|
Sed en la sesa tago ili preparu tion, kion ili devas enporti, kaj tiam estos duobla porcio kompare kun tio, kion ili kolektas cxiutage.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva