-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
18
|Lucas 6:18|
kaj tiuj, kiuj estis turmentataj de malpuraj spiritoj, estis sanigitaj.
-
19
|Lucas 6:19|
Kaj la tuta homamaso volis tusxi lin, cxar potenco eliris el li kaj sanigis cxiujn.
-
20
|Lucas 6:20|
Kaj li levis siajn okulojn al siaj discxiploj, kaj diris:Felicxaj estas vi malricxuloj, cxar via estas la regno de Dio.
-
21
|Lucas 6:21|
Felicxaj estas vi, kiuj nun malsatas, cxar vi satigxos. Felicxaj estas vi, kiuj nun ploras, cxar vi ridos.
-
22
|Lucas 6:22|
Felicxaj vi estas, kiam oni vin malamos kaj vin izolos kaj vin riprocxos, kaj eljxetos vian nomon kial malbonan, pro la Filo de homo.
-
23
|Lucas 6:23|
GXoju en tiu tago, kaj pro gxojo saltu, cxar jen via rekompenco estas granda en la cxielo; cxar tiel same faris iliaj patroj kontraux la profetoj.
-
24
|Lucas 6:24|
Sed ve al vi ricxuloj! cxar vi jam ricevis vian konsolon.
-
25
|Lucas 6:25|
Ve al vi satigitaj! cxar vi malsatos. Ve al vi, kiuj nun ridas! cxar vi malgxojos kaj ploros.
-
26
|Lucas 6:26|
Ve, kiam cxiuj homoj parolos bone pri vi! cxar tiel same faris iliaj patroj al la falsaj profetoj.
-
27
|Lucas 6:27|
Sed mi diras al vi, kiuj auxdas:Amu viajn malamikojn, faru bonon al viaj malamantoj;
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva