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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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28
|Lucas 6:28|
benu tiujn, kiuj vin malbenas; pregxu por tiuj, kiuj kun insulto vin atakas.
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29
|Lucas 6:29|
Al tiu, kiu frapas vin sur la vango, prezentu ankaux la alian; kaj de tiu, kiu prenas vian mantelon, ne detenu vian tunikon.
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30
|Lucas 6:30|
Donu al cxiu, kiu petas de vi; kaj de tiu, kiu forprenas viajn posedajxojn, ne repostulu ilin.
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31
|Lucas 6:31|
Kaj kiel vi volas, ke la homoj faru al vi, faru ankaux al ili tiel same.
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32
|Lucas 6:32|
Kaj se vi amas tiujn, kiuj amas vin, kian dankon vi havas? cxar ecx la pekuloj amas tiujn, kiuj ilin amas.
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33
|Lucas 6:33|
Kaj se vi bonfaras al viaj bonfarantoj, kian dankon vi havas? cxar ecx la pekuloj tiel same faras.
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34
|Lucas 6:34|
Kaj se vi pruntas al tiuj, de kiuj vi esperas ricevi, kian dankon vi havas? ecx pekuloj pruntas al pekuloj, por egale rericevi.
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35
|Lucas 6:35|
Sed amu viajn malamikojn, kaj bonfaru, kaj pruntedonu, pri neniu perdante esperon; kaj via rekompenco estos granda, kaj vi estos filoj de la Plejalta; cxar Li estas bona al la nedankemuloj kaj malbonuloj.
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36
|Lucas 6:36|
Estu kompatemaj, kiel via Patro estas kompatema.
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37
|Lucas 6:37|
Kaj ne jugxu, kaj vi ne estos jugxitaj; kaj ne kondamnu, kaj vi ne estos kondamnitaj; liberigu, kaj vi estos liberigitaj;
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva