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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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48
|Mateus 24:48|
Sed se tiu malbona servisto diros en sia koro:Mia sinjoro malfruas;
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49
|Mateus 24:49|
kaj komencos bati siajn kunservistojn, kaj mangxi kaj trinki kun la drinkuloj,
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50
|Mateus 24:50|
la sinjoro de tiu servisto venos en tago, kiam li ne atendas, kaj en horo, kiam li ne scias,
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51
|Mateus 24:51|
kaj distrancxos lin, kaj difinos lian parton kun la hipokrituloj; tie estos la plorado kaj la grincado de dentoj.
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1
|Mateus 25:1|
Tiam la regno de la cxielo estos komparata al dek virgulinoj, kiuj prenis siajn lampojn kaj eliris renkonte al la fiancxo.
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2
|Mateus 25:2|
Kaj kvin el ili estis malprudentaj, kaj kvin estis prudentaj.
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3
|Mateus 25:3|
La malprudentaj, prenante la lampojn, ne prenis oleon kun si;
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4
|Mateus 25:4|
sed la prudentaj prenis oleon en la vazoj kun siaj lampoj.
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5
|Mateus 25:5|
Kaj kiam la fiancxo malfruis, ili cxiuj malviglis kaj dormis.
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6
|Mateus 25:6|
Sed je la noktomezo estis ekkrio:Jen la fiancxo! eliru al li renkonte.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva