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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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27
|Mateus 25:27|
pro tio vi devus doni mian monon al la bankistoj, kaj veninte, mi ricevus mian proprajxon kun procento.
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28
|Mateus 25:28|
Forprenu de li do la talanton, kaj donu gxin al tiu, kiu havas la dek talantojn.
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29
|Mateus 25:29|
CXar al cxiu, kiu havas, estos donite, kaj li havos abundegon; sed for de tiu, kiu ne havas, ecx tio, kion li havas, estos prenita.
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30
|Mateus 25:30|
Kaj eljxetu la senutilan serviston en la eksteran mallumon; tie estos la plorado kaj la grincado de dentoj.
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31
|Mateus 25:31|
Sed kiam la Filo de homo venos en sia gloro, kaj cxiuj angxeloj kun li, tiam li sidos sur la trono de sia gloro;
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32
|Mateus 25:32|
kaj antaux li kolektigxos cxiuj nacioj, kaj li apartigos ilin unu de alia, kiel pasxtisto apartigas la sxafojn for de la kaproj;
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33
|Mateus 25:33|
kaj li starigos la sxafojn dekstre de li, kaj la kaprojn maldekstre.
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|Mateus 25:34|
Tiam diros la Regxo al tiuj, kiuj staras dekstre de li:Venu, vi benataj de mia Patro, heredu la regnon preparitan por vi de post la komenco de la mondo;
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|Mateus 25:35|
cxar mi malsatis, kaj vi donis al mi mangxi; mi soifis, kaj vi donis al mi trinki; mi estis fremda, kaj vi gastigis min;
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|Mateus 25:36|
nuda, kaj vi vestis min; mi malsanis, kaj vi vizitis min; mi estis en malliberejo, kaj vi venis al mi.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva