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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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37
|Mateus 25:37|
Tiam respondos al li la justuloj, dirante:Sinjoro, kiam ni vin vidis malsata, kaj vin satigis? aux soifanta, kaj trinkigis vin?
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38
|Mateus 25:38|
Kaj kiam ni vidis vin fremda kaj gastigis vin? aux nuda, kaj vin vestis?
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39
|Mateus 25:39|
Kaj kiam ni vidis vin malsana aux en malliberejo, kaj venis al vi?
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40
|Mateus 25:40|
Kaj la Regxo respondos kaj diros al ili:Vere mi diras al vi:Kiom vi faris al unu el cxi tiuj miaj fratoj la plej malgrandaj, tiom vi faris al mi.
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41
|Mateus 25:41|
Tiam li diros al tiuj, kiuj staras maldekstre:For de mi, vi malbenitaj, en la eternan fajron, kiu estas preparita por la diablo kaj liaj angxeloj;
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42
|Mateus 25:42|
cxar mi malsatis, kaj vi ne donis al mi mangxi; mi soifis, kaj vi ne donis al mi trinki;
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43
|Mateus 25:43|
mi estis fremda, kaj vi ne gastigis min; nuda, kaj vi ne vestis min; malsana kaj en malliberejo, kaj vi ne vizitis min.
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44
|Mateus 25:44|
Tiam ili ankaux respondos, dirante:Sinjoro, kiam ni vidis vin malsata, aux soifanta, aux fremda, aux nuda, aux malsana, aux en malliberejo, kaj ne servis al vi?
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45
|Mateus 25:45|
Tiam li respondos al ili, dirante:Vere mi diras al vi:Kiom vi ne faris al unu el cxi tiuj la plej malgrandaj, tiom vi ne faris al mi.
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46
|Mateus 25:46|
Kaj cxi tiuj foriros en eternan punon, sed la justuloj en eternan vivon.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva