-
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
8
|1 Tessalonicenses 4:8|
Joka siis nämät katsoo ylön, ei hän katso ylön ihmistä, vaan Jumalan, joka myös Pyhän Henkensä meihin antanut on.
-
9
|1 Tessalonicenses 4:9|
Mutta veljellisestä rakkaudesta ei minun tarvitse teille kirjoittaa; sillä te olette itse Jumalalta opetellut rakastamaan toinen toistanne,
-
10
|1 Tessalonicenses 4:10|
Ja sen te myös kaikille veljille teette, jotka koko Makedoniassa ovat; mutta me neuvomme teitä, rakkaat veljet, että te vielä täydellisemmäksi tulisitte,
-
11
|1 Tessalonicenses 4:11|
Ja pyytäkäät olla levolliset ja ottakaat vaari omista askareistanne, tehden työtä käsillänne, niinkuin me käskeneet olemme,
-
12
|1 Tessalonicenses 4:12|
Että te itsenne kunniallisesti ulkonaisten kohtaan käyttäisitte, ettette mitään tarvitsisi.
-
13
|1 Tessalonicenses 4:13|
Mutta emme myös tahdo teiltä salata, rakkaat veljet, niistä, jotka nukkuneet ovat, ettette murehtisi niinkuin muut, joilla ei toivoa ole:
-
14
|1 Tessalonicenses 4:14|
Sillä jos me uskomme, että Jesus on kuollut ja noussut ylös, niin on Jumala myös ne, jotka nukkuneet ovat, Jesuksen kautta tuova edes hänen kanssansa.
-
15
|1 Tessalonicenses 4:15|
Sillä sen me sanomme teille Herran puolesta: että me, jotka elämme ja jälkeen jäämme Herran tulemiseen, emme suinkaan ennätä niitä, jotka nukkuneet ovat.
-
16
|1 Tessalonicenses 4:16|
Sillä itse Herra astuu alas taivaasta, suurella huudolla, ja ylimmäisen enkelin äänellä ja Jumalan basunalla, ja kuolleet Kristuksessa ensin nousevat ylös.
-
17
|1 Tessalonicenses 4:17|
Sitte me, jotka elämme ja jälkeen jäämme, temmataan ynnä heidän kanssansa pilvihin, Herraa vastaan tuulihin, ja niin me aina Herran kanssa olemme.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva