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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Filemom 1:1|
Paavali, Kristuksen Jesuksen vanki, ja veli Timoteus, rakkaalle Philemonille, ja meidän apulaisellemme,
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|Filemom 1:2|
Ja rakkaalle Appialle ja Arkippukselle, meidän kanssapalveliallemme, ja seurakunnalle, joka sinun huoneessas on:
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3
|Filemom 1:3|
Armo olkoon teille ja rauha Jumalalta, meidän Isältämme ja Herralta Jesukselta Kristukselta!
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4
|Filemom 1:4|
Minä kiitän minun Jumalaani ja muistan aina sinua minun rukouksissani,
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5
|Filemom 1:5|
Että minä kuulen siitä rakkaudesta ja uskosta, joka sinulla Herran Jesuksen päälle on ja kaikkein pyhäin tykö:
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|Filemom 1:6|
Että sinun uskos, joka meille yhteinen on, tulis sinussa kaiken hyvyyden tuntemisen kautta voimalliseksi, joka teillä Kristuksessa Jesuksessa on.
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7
|Filemom 1:7|
Sillä meillä on suuri ilo ja lohdutus sinun rakkaudestas, että pyhäin sydämet sinun kauttas, rakas veljeni, virvoitetut ovat.
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|Filemom 1:8|
Sentähden vaikka minulla on suuri uskallus Kristuksessa käskeä sinua, mitä sinun tehdä tulee,
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|Filemom 1:9|
Niin minä kuitenkin tahdon rakkauden puolesta ennen rukoilla, minä, joka tainkaltainen olen, nimittäin vanha Paavali, mutta nyt myös Jesuksen Kristuksen vanki.
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10
|Filemom 1:10|
Niin minä siis neuvon sinua, minun poikani Onesimuksen puolesta, jonka minä siteissäni siitin,
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva