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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Joel 1:1|
Tämä on Herran sana, joka tapahtui Joelille Petuelin pojalle.
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2
|Joel 1:2|
Kuulkaat tätä vanhimmat, ja ottakaat korviinne kaikki maan asuvaiset; onko tämä teidän eli teidän isäinne aikana tapahtunut.
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3
|Joel 1:3|
Sanokaat siitä teidän lapsillenne, ja antakaat teidän lastenne sitä lapsillensa sanoa, ja nekin lapset muille jälkeentulevaisillensa.
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4
|Joel 1:4|
Mitä ruohomato jättää, sen heinäsirkka syö, ja mitä heinäsirkka jättää, sen lehtimato syö, ja mitä lehtimato jättää, sen jyvämato syö.
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5
|Joel 1:5|
Herätkäät juopuneet, ja itkekäät ja ulvokaat kaikki viinan juomarit nuoren viinan tähden; sillä se on temmattu pois teidän suustanne.
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6
|Joel 1:6|
Sillä väkevä kansa menee pois minun maani päälle, joka on lukematoin; hänen hampaansa ovat niinkuin jalopeuran hampaat, ja syömähampaat niinkuin julmalla jalopeuralla.
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7
|Joel 1:7|
He hävittivät minun viinamäkeni, ja minun fikunapuuni kaivoivat, kuorivat ja heittivät pois, että sen oksat valkiana ovat.
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8
|Joel 1:8|
Valita niinkuin neitsyt, joka säkin yllensä pukee nuoruutensa yljän tähden.
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9
|Joel 1:9|
Sillä ruokauhri ja juomauhri on pois Herran huoneesta; ja papit Herran huoneesta; ja papit Herran palveliat murehtivat.
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10
|Joel 1:10|
Pelto on hävitetty, maa on murheissansa, että jyvät ovat turmellut, viina on kuivunut pois, ja öljy puuttunut.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva