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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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26
|Lucas 13:26|
Niya kwandula niqale ukuthi, Sadla, sasela, emehlweni akho; nawe wafundisa ezitratweni zethu.
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27
|Lucas 13:27|
Athi, Ndithi kuni, andinazi apho nivela khona; mkani kum, nina nonke basebenzi bokungalungileyo.
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28
|Lucas 13:28|
Khona apho kuya kubakho ukulila nokutshixiza kwamazinyo, xa nithe nabona uAbraham, noIsake, noYakobi, nabo bonke abaprofeti, ebukumkanini bukaThixo; nibe ke nina nikhutshelwe phandle.
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29
|Lucas 13:29|
Babeya kuza bevela empumalanga nasentshonalanga, nasentla, nasezantsi, bangqengqe ebukumkanini bukaThixo.
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30
|Lucas 13:30|
Yabonani, bakho abokugqibela abaya kuba ngabokuqala; bakho nabokuqala abaya kuba ngabokugqibela.
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31
|Lucas 13:31|
Kwangaloo mini kweza abaFarisi abathile, besithi kuye, Phuma umke apha; ngokuba uHerode ufuna ukukubulala.
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32
|Lucas 13:32|
Wathi kubo, Yiyani nithi kuloo mpungutye, Uyabona, ndikhupha iidemon, ndifinyeze iimpiliso, namhla nangomso; ndithi ngowesithathu umhla ndifeze.
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33
|Lucas 13:33|
Kodwa ndimelwe kukuthi ndihambe namhla nangomso nangolandelayo; ngokuba akangekhe umprofeti atshabalalele ngaphandle kweYerusalem.
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34
|Lucas 13:34|
Yerusalem, Yerusalem, ebabulalayo abaprofeti, ibagibisele ngamatye abo bathunywe kuyo! Kufuthi kangakanani na ndathandayo ukubabuthela ndawonye abantwana bakho, ngohlobo esithi isikhukukazi siwabuthele ndawonye amantshontsho aso ngaphantsi kwamaphiko aso, anavuma!
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35
|Lucas 13:35|
Yabonani, indlu yenu ishiywa nani ize. Inene, ndithi ke kuni. Aniyi kuba sandibona, kude kufike ixesha eniya kuthi, Makabongwe lowo uzayo egameni leNkosi.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva