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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|Lucas 23:1|
Yesuka yonke inkitha yabo, yamrholela kuPilato.
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2
|Lucas 23:2|
Baqala ke ukummangalela, besithi, Simfumene lo elulahlekisa uhlanga, engavumi ukuba kunikelwe irhafu kuKesare, esithi, unguKristu uKumkani yena ngokwakhe.
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3
|Lucas 23:3|
UPilato wambuza ke, esithi, Unguye na uKumkani wamaYuda? Umphendule ke yena wathi, Nawe utsho.
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4
|Lucas 23:4|
Uthe ke uPilato kubabingeleli abakhulu nakwizihlwele, Andifumani tyala kulo mntu.
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5
|Lucas 23:5|
Kwaba kukhona ke bajokisayo, besithi, Uxhokonxa abantu, efundisa kulo lonke elakwaYuda, eqalele kwelaseGalili, wada wezisa apha.
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6
|Lucas 23:6|
Ke kaloku uPilato, akuva elaseGalili, wabuza ukuba umntu lo ngowaseGalili na.
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7
|Lucas 23:7|
Wathi, akuqonda ukuba ngowasebukhosini bukaHerode, wamthumela kuHerode, obe eseYerusalem naye ngaloo mihla.
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8
|Lucas 23:8|
Ke kaloku uHerode, akumbona uYesu, wavuya kunene; kuba bekumzuzu ethanda ukumbona, ngenxa yokuba ebeve kuthethwa izinto ezininzi ngaye; kanjalo wayethembe ukubona umqondiso usenziwa nguye.
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9
|Lucas 23:9|
Wayembuza ke amazwi amaninzi; ke yena akamphendulanga nento.
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10
|Lucas 23:10|
Bema ke ababingeleli abakhulu nababhali, bemmangalela kabukhali.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva