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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|Lucas 12:1|
Phakathi koko, kuthe akubonÂ’ ukuba ahlanganisene ndawonye amawaka-waka abantu, ngokokude banyathelane, waqala ukuthi kubafundi bakhe, Phambi kwako konke, lilumkeleni igwele labaFarisi, eliluhanahaniso.
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2
|Lucas 12:2|
Akukho nto ke igqunyiweyo, engasayi kutyhilwa; nefihlakeleyo, engasayi kwaziwa.
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3
|Lucas 12:3|
Ngenxa enokuba konke enikuthethe emnyameni, kuya kuviwa emhlotsheni; nenikuthethe endlebeni emagumbini, kuya kumenyezwa phezu kwezindlu.
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4
|Lucas 12:4|
Ndithi ke kuni, zihlobo zam, Musani ukuboyika abo babulala umzimba, baze emva koko bangabi nanto yimbi bangayenzayo.
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5
|Lucas 12:5|
Ndiya kunibonisa ke enomoyika; yoyikani lowo uthi emva kokubulala, abe negunya lokuphosa esihogweni. Ewe, ndithi kuni, Yoyikani yena lowo.
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6
|Lucas 12:6|
Abathengiswa ngeepeni ezimbini na oongqatyana abahlanu? Ukanti akukho namnye kubo olityelweyo emehlweni kaThixo.
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7
|Lucas 12:7|
Kwaneenwele ezi zentloko yenu zibaliwe zonke; musani ukoyika ngoko, nibagqithile oongqatyana abaninzi nina.
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8
|Lucas 12:8|
Ndithi ke kuni, Wonke umntu othe wandivuma phambi kwabantu, kwanoNyana woMntu uya kumvuma phambi kwezithunywa zikaThixo.
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9
|Lucas 12:9|
Ondikhanyeleyo ke emehlweni abantu, wokhanyelwa emehlweni ezithunywa zikaThixo.
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10
|Lucas 12:10|
Nomntu wonke oya kuthetha ilizwi elibi ngoNyana woMntu, woxolelwa; kodwa lowo unyelise uMoya oyiNgcwele, akasayi kuxolelwa.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva