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Tagalog - Ang Dating Biblia (1905) -
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1
|Lamentações 4:1|
Ano't ang ginto ay naging malabo! Ano't ang pinakadalisay na ginto ay nagbago! Ang mga bato ng santuario ay natapon sa dulo ng lahat na lansangan.
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2
|Lamentações 4:2|
Ang mga mahalagang anak ng Sion, na katulad ng dalisay na ginto, ano't pinahahalagahan na waring mga sisidlang lupa, na gawa ng mga kamay ng magpapalyok!
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3
|Lamentações 4:3|
Maging ang mga chakal ay naglalabas ng suso, nangagpapasuso sa kanilang mga anak: ang anak na babae ng aking bayan ay naging mabagsik, parang mga avestruz sa ilang.
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4
|Lamentações 4:4|
Ang dila ng sumususong bata ay nadidikit sa ngalangala ng kaniyang bibig dahil sa uhaw: ang mga munting bata ay nagsisihingi ng tinapay, at walang taong magpuputol nito sa kanila.
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5
|Lamentações 4:5|
Silang nagsisikaing mainam ay nangahandusay sa mga lansangan: silang nagsilaki sa matingkad na pula ay nagsisihiga sa mga tapunan ng dumi.
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6
|Lamentações 4:6|
Sapagka't ang kasamaan ng anak na babae ng aking bayan ay lalong malaki kay sa kasalanan ng Sodoma, na nagiba sa isang sangdali, at walang mga kamay na humawak sa kaniya.
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7
|Lamentações 4:7|
Ang kaniyang mga mahal na tao ay lalong malinis kay sa nieve, mga lalong maputi kay sa gatas; sila'y lalong mapula sa katawan kay sa mga rubi, ang kanilang kinis ay parang zafiro.
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8
|Lamentações 4:8|
Ang kanilang anyo ay lalong maitim kay sa uling; sila'y hindi makilala sa mga lansangan: ang kanilang balat ay naninikit sa kanilang mga buto; natutuyo, nagiging parang tungkod.
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9
|Lamentações 4:9|
Silang napatay ng tabak ay maigi kay sa kanila na napatay ng gutom; sapagka't ang mga ito ay nagsisihapay, na napalagpasan, dahil sa pangangailangan ng mga bunga sa parang.
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10
|Lamentações 4:10|
Ang mga kamay ng mga mahabaging babae ay nangagluto ng kanilang sariling mga anak; mga naging kanilang pagkain sa pagkapahamak ng anak na babae ng aking bayan.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva