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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|1 Crônicas 27:1|
Now the children of Israel after their number, [to wit], the heads of fathers' [houses] and the captains of thousands and of hundreds, and their officers that served the king, in any matter of the courses which came in and went out month by month throughout all the months of the year-of every course were twenty and four thousand.
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|1 Crônicas 27:2|
Over the first course for the first month was Jashobeam the son of Zabdiel: and in his course were twenty and four thousand.
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3
|1 Crônicas 27:3|
[He was] of the children of Perez, the chief of all the captains of the host for the first month.
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4
|1 Crônicas 27:4|
And over the course of the second month was Dodai the Ahohite, and his course; and Mikloth the ruler: and in his course were twenty and four thousand.
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5
|1 Crônicas 27:5|
The third captain of the host for the third month was Benaiah, the son of Jehoiada the priest, chief: and in his course were twenty and four thousand.
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6
|1 Crônicas 27:6|
This is that Benaiah, who was the mighty man of the thirty, and over the thirty: and [of] his course was Ammizabad his son.
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|1 Crônicas 27:7|
The fourth [captain] for the fourth month was Asahel the brother of Joab, and Zebadiah his son after him: and in his course were twenty and four thousand.
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8
|1 Crônicas 27:8|
The fifth captain for this fifth month was Shamhuth the Izrahite: and in his course were twenty and four thousand.
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|1 Crônicas 27:9|
The sixth [captain] for the sixth month was Ira the son of Ikkesh the Tekoite: and in his course were twenty and four thousand.
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10
|1 Crônicas 27:10|
The seventh [captain] for the seventh month was Helez the Pelonite, of the children of Ephraim: and in his course were twenty and four thousand.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva