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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|1 Crônicas 7:11|
All these were sons of Jediael, according to the heads of their fathers' [houses], mighty men of valor, seventeen thousand and two hundred, that were able to go forth in the host for war.
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12
|1 Crônicas 7:12|
Shuppim also, and Huppim, the sons of Ir, Hushim, the sons of Aher.
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13
|1 Crônicas 7:13|
The sons of Naphtali: Jahziel, and Guni, and Jezer, and Shallum, the sons of Bilhah.
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14
|1 Crônicas 7:14|
The sons of Manasseh: Asriel, whom his concubine the Aramitess bare: she bare Machir the father of Gilead:
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15
|1 Crônicas 7:15|
and Machir took a wife of Huppim and Shuppim, whose sister's name was Maacah; and the name of the second was Zelophehad: and Zelophehad had daughters.
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16
|1 Crônicas 7:16|
And Maacah the wife of Machir bare a son, and she called his name Peresh; and the name of his brother was Sheresh; and his sons were Ulam and Rakem.
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17
|1 Crônicas 7:17|
And the sons of Ulam: Bedan. These were the sons of Gilead the son of Machir, the son of Manasseh.
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18
|1 Crônicas 7:18|
And his sister Hammolecheth bare Ishhod, and Abiezer, and Mahlah.
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19
|1 Crônicas 7:19|
And the sons of Shemida were Ahian, and Shechem, and Likhi, and Aniam.
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20
|1 Crônicas 7:20|
And the sons of Ephraim: Shuthelah, and Bered his son, and Tahath his son, and Eleadah his son, and Tahath his son,
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva