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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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21
|1 Crônicas 9:21|
Zechariah the son of Meshelemiah was porter of the door of the tent of meeting.
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22
|1 Crônicas 9:22|
All these that were chosen to be porters in the thresholds were two hundred and twelve. These were reckoned by genealogy in their villages, whom David and Samuel the seer did ordain in their office of trust.
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23
|1 Crônicas 9:23|
So they and their children had the oversight of the gates of the house of Jehovah, even the house of the tent, by wards.
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24
|1 Crônicas 9:24|
On the four sides were the porters, toward the east, west, north, and south.
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25
|1 Crônicas 9:25|
And their brethren, in their villages, were to come in every seven days from time to time to be with them:
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26
|1 Crônicas 9:26|
for the four chief porters, who were Levites, were in an office of trust, and were over the chambers and over the treasuries in the house of God.
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27
|1 Crônicas 9:27|
And they lodged round about the house of God, because the charge [thereof] was upon them; and to them pertained the opening thereof morning by morning.
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28
|1 Crônicas 9:28|
And certain of them had charge of the vessels of service; for by count were these brought in and by count were these taken out.
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29
|1 Crônicas 9:29|
Some of them also were appointed over the furniture, and over all the vessels of the sanctuary, and over the fine flour, and the wine, and the oil, and the frankincense, and the spices.
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30
|1 Crônicas 9:30|
And some of the sons of the priests prepared the confection of the spices.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva