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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|1 Samuel 1:1|
Now there was a certain man of Ramathaim-zophim, of the hill-country of Ephraim, and his name was Elkanah, the son of Jeroham, the son of Elihu, the son of Tohu, the son of Zuph, an Ephraimite:
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2
|1 Samuel 1:2|
and he had two wives; the name of the one was Hannah, and the name of other Peninnah: and Peninnah had children, but Hannah had no children.
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3
|1 Samuel 1:3|
And this man went up out of his city from year to year to worship and to sacrifice unto Jehovah of hosts in Shiloh. And the two sons of Eli, Hophni and Phinehas, priests unto Jehovah, were there.
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4
|1 Samuel 1:4|
And when the day came that Elkanah sacrificed, he gave to Peninnah his wife, and to all her sons and her daughters, portions:
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5
|1 Samuel 1:5|
but unto Hannah he gave a double portion; for he loved Hannah, but Jehovah had shut up her womb.
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6
|1 Samuel 1:6|
And her rival provoked her sore, to make her fret, because Jehovah had shut up her womb.
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7
|1 Samuel 1:7|
And [as] he did so year by year, when she went up to the house of Jehovah, so she provoked her; therefore she wept, and did not eat.
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8
|1 Samuel 1:8|
And Elkanah her husband said unto her, Hannah, why weepest thou? and why eatest thou not? and why is thy heart grieved? am not I better to thee than ten sons?
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9
|1 Samuel 1:9|
So Hannah rose up after they had eaten in Shiloh, and after they had drunk. Now Eli the priest was sitting upon his seat by the door-post of the temple of Jehovah.
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10
|1 Samuel 1:10|
And she was in bitterness of soul, and prayed unto Jehovah, and wept sore.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva