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American Standard Version (1901) -
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1
|Amós 4:1|
Hear this word, ye kine of Bashan, that are in the mountain of Samaria, that oppress the poor, that crush the needy, that say unto their lords, Bring, and let us drink.
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2
|Amós 4:2|
The Lord Jehovah hath sworn by his holiness, that, lo, the days shall come upon you, that they shall take you away with hooks, and your residue with fish-hooks.
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3
|Amós 4:3|
And ye shall go out at the breaches, every one straight before her; and ye shall cast [yourselves] into Harmon, saith Jehovah.
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4
|Amós 4:4|
Come to Beth-el, and transgress; to Gilgal, [and] multiply transgression; and bring your sacrifices every morning, [and] your tithes every three days;
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5
|Amós 4:5|
and offer a sacrifice of thanksgiving of that which is leavened, and proclaim freewill-offerings and publish them: for this pleaseth you, O ye children of Israel, saith the Lord Jehovah.
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6
|Amós 4:6|
And I also have given you cleanness of teeth in all your cities, and want of bread in all your places; yet have ye not returned unto me, saith Jehovah.
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7
|Amós 4:7|
And I also have withholden the rain from you, when there were yet three months to the harvest; and I caused it to rain upon one city, and caused it not to rain upon another city: one piece was rained upon, and the piece whereupon it rained not withered.
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8
|Amós 4:8|
So two or three cities wandered unto one city to drink water, and were not satisfied: yet have ye not returned unto me, saith Jehovah.
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9
|Amós 4:9|
I have smitten you with blasting and mildew: the multitude of your gardens and your vineyards and your fig-trees and your olive-trees hath the palmer-worm devoured: yet have ye not returned unto me, saith Jehovah.
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10
|Amós 4:10|
I have sent among you the pestilence after the manner of Egypt: your young men have I slain with the sword, and have carried away your horses; and I have made the stench of your camp to come up even into your nostrils: yet have ye not returned unto me, saith Jehovah.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva