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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Deuteronômio 15:1|
At the end of every seven years thou shalt make a release.
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2
|Deuteronômio 15:2|
And this is the manner of the release: every creditor shall release that which he hath lent unto his neighbor; he shall not exact it of his neighbor and his brother; because Jehovah's release hath been proclaimed.
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3
|Deuteronômio 15:3|
Of a foreigner thou mayest exact it: but whatsoever of thine is with thy brother thy hand shall release.
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4
|Deuteronômio 15:4|
Howbeit there shall be no poor with thee; (for Jehovah will surely bless thee in the land which Jehovah thy God giveth thee for an inheritance to possess it;)
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5
|Deuteronômio 15:5|
if only thou diligently hearken unto the voice of Jehovah thy God, to observe to do all this commandment which I command thee this day.
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6
|Deuteronômio 15:6|
For Jehovah thy God will bless thee, as he promised thee: and thou shalt lend unto many nations, but thou shalt not borrow; and thou shalt rule over many nations, but they shall not rule over thee.
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7
|Deuteronômio 15:7|
If there be with thee a poor man, one of thy brethren, within any of thy gates in thy land which Jehovah thy God giveth thee, thou shalt not harden thy heart, nor shut thy hand from thy poor brother;
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8
|Deuteronômio 15:8|
but thou shalt surely open thy hand unto him, and shalt surely lend him sufficient for his need [in that] which he wanteth.
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9
|Deuteronômio 15:9|
Beware that there be not a base thought in thy heart, saying, The seventh year, the year of release, is at hand; and thine eye be evil against thy poor brother, and thou give him nought; and he cry unto Jehovah against thee, and it be sin unto thee.
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10
|Deuteronômio 15:10|
Thou shalt surely give him, and thy heart shall not be grieved when thou givest unto him; because that for this thing Jehovah thy God will bless thee in all thy work, and in all that thou puttest thy hand unto.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva