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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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31
|Deuteronômio 28:31|
Thine ox shall be slain before thine eyes, and thou shalt not eat thereof: thine ass shall be violently taken away from before thy face, and shall not be restored to thee: thy sheep shall be given unto thine enemies, and thou shalt have none to save thee.
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32
|Deuteronômio 28:32|
Thy sons and thy daughters shall be given unto another people; and thine eyes shall look, and fail with longing for them all the day: and there shall be nought in the power of thy hand.
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33
|Deuteronômio 28:33|
The fruit of thy ground, and all thy labors, shall a nation which thou knowest not eat up; and thou shalt be only oppressed and crushed alway;
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34
|Deuteronômio 28:34|
so that thou shalt be mad for the sight of thine eyes which thou shalt see.
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35
|Deuteronômio 28:35|
Jehovah will smite thee in the knees, and in the legs, with a sore boil, whereof thou canst not be healed, from the sole of thy foot unto the crown of thy head.
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36
|Deuteronômio 28:36|
Jehovah will bring thee, and thy king whom thou shalt set over thee, unto a nation that thou hast not known, thou nor thy fathers; and there shalt thou serve other gods, wood and stone.
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37
|Deuteronômio 28:37|
And thou shalt become an astonishment, a proverb, and a byword, among all the peoples whither Jehovah shall lead thee away.
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38
|Deuteronômio 28:38|
Thou shalt carry much seed out into the field, and shalt gather little in; for the locust shall consume it.
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39
|Deuteronômio 28:39|
Thou shalt plant vineyards and dress them, but thou shalt neither drink of the wine, nor gather [the grapes]; for the worm shall eat them.
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40
|Deuteronômio 28:40|
Thou shalt have olive-trees throughout all thy borders, but thou shalt not anoint thyself with the oil; for thine olive shall cast [its fruit].
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Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva