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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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21
|Deuteronômio 16:21|
Thou shalt not plant thee an Asherah of any kind of tree beside the altar of Jehovah thy God, which thou shalt make thee.
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22
|Deuteronômio 16:22|
Neither shalt thou set thee up a pillar; which Jehovah thy God hateth.
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1
|Deuteronômio 17:1|
Thou shalt not sacrifice unto Jehovah thy God an ox, or a sheep, wherein is a blemish, [or] anything evil; for that is an abomination unto Jehovah thy God.
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2
|Deuteronômio 17:2|
If there be found in the midst of thee, within any of thy gates which Jehovah thy God giveth thee, man or woman, that doeth that which is evil in the sight of Jehovah thy God, in transgressing his covenant,
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3
|Deuteronômio 17:3|
and hath gone and served other gods, and worshipped them, or the sun, or the moon, or any of the host of heaven, which I have not commanded;
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4
|Deuteronômio 17:4|
and it be told thee, and thou hast heard of it, then shalt thou inquire diligently; and, behold, if it be true, and the thing certain, that such abomination is wrought in Israel,
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5
|Deuteronômio 17:5|
then shalt thou bring forth that man or that woman, who hath done this evil thing, unto thy gates, even the man or the woman; and thou shalt stone them to death with stones.
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6
|Deuteronômio 17:6|
At the mouth of two witnesses, or three witnesses, shall he that is to die be put to death; at the mouth of one witness he shall not be put to death.
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7
|Deuteronômio 17:7|
The hand of the witnesses shall be first upon him to put him to death, and afterward the hand of all the people. So thou shalt put away the evil from the midst of thee.
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8
|Deuteronômio 17:8|
If there arise a matter too hard for thee in judgment, between blood and blood, between plea and plea, and between stroke and stroke, being matters of controversy within thy gates; then shalt thou arise, and get thee up unto the place which Jehovah thy God shall choose;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva